A deputada distrital Celina Leão (PPS) sonhava em voltar para a presidência da Câmara Legislativa do DF depois de ter sido afastada pelo Tribunal de Justiça do DF pela Operação Drácon.
O jeito era recorrer a uma instância superior. Não deu. Nesta sexta-feira,11, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou liminar para que a parlamentar voltasse a exercer a presidência da CLDF. Essa notícia todo mundo já sabe. O que há por trás dessa notícia? Isso que importa.
Sucessão
A não volta de Celina é um alívio e tanto para o Palácio. Os pedidos de impeachment do governador Rodrigo Rollemberg irão todos para a gaveta. E tudo indica que a parlamentar não volta mais para a presidência. Não haveria tempo hábil para reverter a situação.
Nesse caso, o governador acordou e já trabalha nos bastidores para fazer o próximo presidente da Câmara. O preferido de Rollemberg seria o presidente tampão, Juarezão (PSB). Porém, nos bastidores está apalavrado com Agaciel Maia (PR) que traz os distritais do PT-DF a tiracolo.
O futuro
Quem esperava impeachment de Rollemberg ou algo do tipo pode esquecer. Com o afastamento de Celina da presidência o caminho está livre rumo as gavetas.
Para Celina Leão (PPS) só resta provar a sua inocência. Já Rollemberg deve estar comemorando bem discretamente a decisão da justiça.
Esse é o verdadeiro resumo da opera.
Fonte: Redação
