A política não foi mais a mesma desde a eleição do ex-presidente americano, Barack Obama “Yes We Can” (Sim nós podemos) foi em 2009 que um político conseguiu varar a internet e mobilizar um país por meio dela.
Em 2018, as eleições do Brasil começou primeiro na internet. Quem aqui não se lembra das “tias do ZAP”. O ex-presidente, Jair Bolsonaro, fez 90% do seu marketing na internet.
A política e a internet nasceram uma para as outras. Aquele que consegue se comunicar, por meio da internet, fura e consegue furar a bolha do seu próprio eleitorado tem uma parte da chave do sucesso.
O político ele tem que estar em todas as partes. Instagram, Tik Tok, Google, Twitter e um bom site são as ferramentas a serem utilizadas. A internet nos da a chance de sermos onipresentes.
Como as utilizar?
A verdade que não existe uma fórmula certa – aliás outra bobagem difundida aí. Política é uma coisa muito delicada e qualquer escorregada ou um conteúdo que não encaixou se vai tudo por água abaixo.
O que funciona é ser porta-voz das dores das pessoas, ou seja, de um segmento, um exemplo que sempre funciona é a questão da Segurança Pública. O governador do Goiás, Ronaldo Caiado, cravou um bordão nessa área e pegou em cheio. “Ou o bandido muda de profissão, ou Muda de Goiás” na, mosca. Por que isso? Segurança pública é uma dor da população, em várias pesquisas a preocupação com a segurança vem muito acima da com Saúde Pública
A política ela tem uma rejeição natural, porém se conseguir pegar a “dor alheia” pode dar certo. Transporte Público, Segurança Pública e Saúde. Mas tem um que pega em cheio: é o trabalho de utilidade pública, mostrar o que está errado pega em cheio na política para os bastidores é horrível, porém não é um caminho fácil de trilhar
Quem sabe usar a internet para chegar na população tem a chave do sucesso nas mãos. Porém, não é um caminho nada fácil de trilhar. Atualmente política e internet não coisas separadas