Passarinho — A Coluna que Espia Tudo por Cima

1 – Conversa vai, conversa vem…

As conversas políticas estão em todo canto. Mas a maioria dos atores ainda está mais indecisa que gente escolhendo série na Netflix: “deixa pra amanhã, quem sabe”.

2 – A fila da nominata anda

Quem tiver chance real e deixar para filiar no último minuto pode acabar entrando numa nominata tão competitiva quanto partida de truco valendo galeto. A sorte pode não sorrir duas vezes.

3 – Ano que vem? Já vi esse filme!

Vários nomes promissores querem decidir só em 2026. Vai nessa… e depois dizem que “foram traídos pelas urnas”. Não foram, só dormiram demais no ponto.

4 – Flávia Peres e a política ouriçada

Flávia Peres apareceu no fim de semana em agenda pública e deixou o meio político mais agitado que grupo de família com áudio de três minutos. “Ela vai, não vai?”, virou o novo bolão.

5 – Gustavo Rocha é da paz

O chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha, é especulado como vice de Celina Leão, mas nos bastidores garantem: com Flávia Peres, zero rusga. “A treta nunca foi com ela”, dizem por aí. Zero problema

6 – Prisão de Bolsonaro: e o DF com isso?

A possibilidade de prisão do ex-presidente Bolsonaro mexe com Brasília. Se o povo chorar, a direita sorri. Se ignorarem, a esquerda ganha fôlego. Política é jogo de espelhos.

7 – A direita e o coração do povo

Se a prisão virar novela dramática, com trilha sonora e tudo, prepare-se: os políticos do campo conservador vão surfar na emoção popular. Já os da esquerda… vão precisar de outro enredo.

8 – Paulo Octávio na área?

Paulo Octávio quer tirar Gustavo Rocha do páreo com uma leve jogadinha de areia. Só que cuidado, PO: essa areia pode ser movediça. E Brasília já viu político afundar sorrindo.

9 – Sebastião Coelho no radar

Com a visibilidade que ganhou no julgamento de Bolsonaro, o desembargador Sebastião Coelho virou alvo de partidos. Tá mais assediado que garçom com bandeja de coxinha em festa.

10 – Administradores no modo “atenção”

Por enquanto, nenhuma troca de administrador no horizonte. Mas quem é do ramo sabe: basta uma reclamação mal colocada ou um evento mal organizado e puff, a dança das cadeiras começa.

11 – Fala demais, cai sozinho

Alguns políticos andam tão empolgados com o julgamento de Bolsonaro que parecem querer virar comentaristas de tribunal. Calma lá: o eleitor de 2026 pode cobrar caro pelo espetáculo de 2024.

12 – Espetáculo vira susto

Tem pré-candidato querendo brilhar tanto que esquece que política não é circo. Se continuar assim, vira atração… só que no quadro de exonerados.

13 – Causo 1: o elevador da discórdia

Dizem que um conhecido assessor foi flagrado discutindo com o espelho do elevador do Anexo IV. Motivo? Achou que o reflexo estava mais alinhado que o deputado que assessora.

14 – Causo 2: a troca errada

Um candidato a distrital, ao discursar em evento de Ceilândia, elogiou “a força da comunidade de Planaltina”. Foi vaiado, confundido com entregador de panfleto e saiu correndo de chinelo.

15 – Causo 3: a senha do Wi-Fi

Na última reunião de bastidores, um suplente esqueceu o discurso em casa e tentou improvisar usando a senha do Wi-Fi da CLDF como roteiro. Resultado: ganhou mais curtidas que votos.

Pensamento do dia:

Na política, quem espera demais para tomar café acaba servindo só a xícara vazia. Corra antes que a água esfrie.

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