A Onça Braba segue no jogo e volta ao tabuleiro eleitoral

Por Dedé Roriz 


Pressões não derrubaram a Onça 

Telma Rufino (MDB) chega ao ano eleitoral provando, mais uma vez, por que ganhou o apelido de Onça Braba. Pressão foi o que não faltou. Teve de tudo nos bastidores: articulação silenciosa, tentativas de tomada da Administração e muita gente apostando no desgaste. Nada disso prosperou.

A Onça de Arniqueira resiste

Mesmo diante das investidas, Telma se manteve firme à frente da Administração de Arniqueira. Resistiu, segurou o cargo e mostrou que não é nome circunstancial. Quem acompanha a política local sabe: sobreviver a esse tipo de pressão não é para qualquer um.

Bagagem eleitoral que pesa

Mais uma vez, a Onça Braba vai às urnas com uma bagagem respeitável, próxima de 10 mil votos. É capital político construído com presença, trabalho e relação direta com a comunidade — algo que faz diferença quando o jogo aperta.

Nominata feminina valorizada

Com a nominata feminina cada vez mais estratégica, Telma Rufino se consolida como um dos nomes mais fortes desse tabuleiro. Não é só cumprir cota: é entregar voto, densidade política e competitividade real.

Disputa nos bastidores

Não é coincidência que vários partidos sonham com a filiação da Onça de Arniqueira. Ano eleitoral aflorando, quem tem voto, história e resistência vira alvo imediato das conversas de bastidor.

 

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