A gafe que o passarinho cometeu com Marcela Passamani

Cometemos uma gafe com Marcela Passamani

A ausência que chamou atenção

O passarinho costuma sobrevoar bem os bastidores, mas desta vez escapou um detalhe importante. Na análise sobre o xadrez político de 2026,  ( olha onde eu errei) faltou um nome que não pode ficar fora de nenhuma leitura séria do cenário eleitoral: Marcela Passamani.

A correção necessária

Sim, cometemos uma gafe. E daquelas que precisam ser corrigidas com transparência. Marcela Passamani, que deve deixar a Secretaria de Justiça do DF, está no radar eleitoral e entra com força no jogo político, seja qual for o caminho escolhido.

Distrital ou federal? A dúvida que movimenta os bastidores

A grande pergunta que corre solta nos corredores do poder é simples e direta:

👉 Marcela vem para deputada distrital ou federal?

Ainda não há definição pública, mas o fato é que as duas possibilidades estão na mesa, e ambas despertam interesse real das siglas.

Partidos atentos e conversas em andamento

Não é por acaso que partidos já iniciaram movimentos discretos. Christian Viana, presidente do Podemos DF, é um dos que sondam a filiação de Marcela, enxergando nela algo cada vez mais raro: densidade política com visibilidade pública.

De secretária a ativo eleitoral

Ao longo dos últimos anos de governo, Marcela construiu repercussão, presença e reconhecimento no meio político. Seu nome deixou de ser apenas técnico e passou a ocupar espaço no debate eleitoral — algo que não acontece por acaso.

Cabeça de nominata? A leitura interna

Nos bastidores, a avaliação é objetiva: Marcela tem perfil para ser cabeça de nominata. Onde ela estiver, ajuda a puxar votos, organizar chapa e dar lastro político ao projeto partidário.

Nos bastidores, uma constatação recorrente

Entre cochichos e análises reservadas, uma frase se repete com frequência:

“A política da família, de verdade, é a Marcela.”

Concorde-se ou não, é uma percepção que ganhou corpo e respeito.

Moral da história

O passarinho errou, mas corrigiu o voo a tempo. Esquecer Marcela Passamani numa análise sobre 2026 é erro que não se repete. Seja distrital ou federal, uma coisa é certa: Marcela já está no centro do tabuleiro — e os partidos sabem disso.

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