A Eleição de Federal Está aberta e precisa de novos nomes

Eleição federal 2026: a disputa que quase ninguém está olhando 👀

Quem acompanha a política só pelo noticiário tradicional pode até achar que janeiro é mês morto. Spoiler: não é. Enquanto muita gente ainda está arrumando a agenda do ano, os bastidores já estão fervendo, principalmente quando o assunto são as nominatas de deputado federal — um tema pouco falado, mas decisivo para 2026.

Gravei um vídeo exatamente para provocar essa reflexão. O texto aqui é só um aperitivo. A análise completa, com exemplos, nomes e leitura de cenário, está no vídeo.

Por que ninguém fala das nominatas federais?

Quando abro caixinha de perguntas no Instagram, quase ninguém pergunta sobre isso. Todo mundo quer saber de governador, Senado, distrital… mas federal passa batido. E é justamente aí que mora a oportunidade — e o risco.

A eleição federal tende a ficar muito aberta, dependendo de alguns movimentos que ainda estão em definição. Um deles é a possível candidatura de Bia Kicis ao Senado. Se isso se confirmar, muda tudo dentro do PL e em outros partidos que orbitam esse campo.

👉 No vídeo, eu explico por que essa decisão mexe diretamente com várias nominatas.

Desempenho, voto e vida pessoal também pesam

Outro ponto que levanto no vídeo: nem tudo é só voto passado. Tem deputado que já está eleito, mas precisa provar se consegue manter desempenho. Tem outros que têm voto, mas estão em outra fase da vida, mais tranquilos, menos dispostos ao jogo pesado da eleição.

Cito casos como Alberto Fraga, Thiago Manzoni e Agaciel Maia para ilustrar como perfil, investimento e discurso podem pesar tanto quanto histórico eleitoral.

👉 Mas os detalhes, números e bastidores eu deixei para o vídeo.

Republicanos, Podemos e o jogo fora do radar

Enquanto isso, partidos médios e grandes vivem dilemas internos. No Republicanos, por exemplo, nomes como Fred Linhares, Paulo Fernando, Gilvan Máximo e Júlio César entram em combinações que pouca gente está analisando com calma.

Já no Podemos, a pergunta é direta: qual é o projeto de nominata federal? Trago reflexões sobre nomes pouco debatidos, como Pastor Ibi e sobre a importância de bastidor, estrutura e recursos — sem isso, a eleição vira frustração.

👉 Esse trecho do vídeo é especialmente importante para quem pensa em se candidatar.

Salve Jorge, renovação e perseguição política

Um dos pontos mais sensíveis que trato é o caso de Salve Jorge. Falo de perseguição política, narrativa construída, crescimento eleitoral em regiões como Paranoá e Itapoã e levanto uma tese clara: disputar federal pode ser mais estratégico do que insistir no distrital.

Não entrego tudo aqui de propósito. Esse raciocínio precisa ser ouvido do jeito que foi falado, com contexto, exemplos e cuidado.

Bastidor, leveza e maturidade política

Fecho o vídeo com um conselho que repito sempre:

eleição é dura, é pesada, mas não pode virar tortura pessoal. Política é processo, é grupo, é construção. Muita gente perde uma eleição e ganha musculatura para a próxima.

E sim: na política, assim como no vinho, o tempo costuma jogar a favor.

▶️ Assista ao vídeo completo

Este artigo não substitui o vídeo — ele só aponta o caminho.

👉 Assista, curta, compartilhe e tire suas próprias conclusões.

Se você quer entender quem pode crescer, quem pode cair e por que a eleição federal de 2026 está mais aberta do que parece, o vídeo é essencial.

Até a próxima.

 

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