O Passarinho Está Cheio de Notícias e Intrigas de Bastidores

Quando o Passarinho Canta, o Bastidor Não Tem Onde se Esconder

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1 – Caiafa aprendeu do jeito difícil
Depois do pós-eleição de 2022, Ricardo Caiafa ( leia aqui) recalculou a rota. A votação abaixo do esperado serviu como choque de realidade e hoje ele faz questão de manter distância dos chamados estelionatários eleitorais — aqueles que prometem vitória sem voto.

2 – Casca criada
Mais maduro, Caiafa abandonou o discurso inflamado. A leitura nos bastidores é simples: menos ilusão, mais trabalho. O aprendizado veio na base da pancada eleitoral.

3 – Cristiane no meio dos tubarões
A entrada de Cristiane Britto no jogo eleitoral reforça a estratégia do Republicanos de montar uma nominata pesada e competitiva.

4 – Nominata com puxadores
Cristiane entra em um time onde já estão nomes testados nas urnas. A ideia é clara: não montar chapa fraca nem correr risco desnecessário.

5 – Discurso que conversa com a base
Ela aposta na narrativa do cuidado com pessoas e políticas sociais, discurso que dialoga bem com um eleitorado organizado e fiel.

6 – Pé de Anjo no jogo político
A filiação de Marcelinho Carioca, o eterno Pé de Anjo, ao Podemos trouxe barulho positivo. Nome popular, conhecido e com recall imediato.

7 – Comunicação como trunfo
Além da carreira no futebol, Marcelinho é formado em jornalismo. Nos bastidores, isso é visto como vantagem para quem vai precisar se comunicar rápido e direto com o eleitor.

8 – Podemos aposta em popularidade
O partido aposta em nomes identificáveis com o povo para ganhar musculatura em 2026. A chegada de Marcelinho simboliza essa estratégia.

9 – Ficha na mão, destino definido
O passarinho garante que a ficha de filiação está na mão de João Cardoso e o destino já está definido: o Partido Liberal. Movimento tratado como sério, nada de aventura.

10 – PL observa com atenção
Com a ficha pronta para assinar, João Cardoso passou a ser observado com lupa dentro do PL. A leitura é que ele quer começar cedo, rodar cidades e construir base real antes da janela eleitoral.

11 – A ideia era dele
Nos bastidores, cresce o consenso de que muitos precisam pedir desculpas a Agnelo Queiroz. Foi dele a decisão política de construir, ampliar e transformar o Mané Garrincha em um megaestádio. Na época, foi massacrado pelo custo da obra.

12 – O tempo mostrou quem estava certo
A final entre Corinthians e Flamengo na Arena BRB Mané Garrincha foi histórica: mais de 70 mil pessoas e arrecadação acima de R$ 12 milhões. Está na hora de organizar uma fila para pedir desculpas a Agnelo.

13 – Alerta interno
Dizem que a mão que afaga é a mesma que bate. Gente influente do Republicanos procurou esta coluna para acender o sinal amarelo em Cristiane Britto: transferência de voto não é automática.

14 – Nada de “já ganhou”
Eleição não é para quem vive em Nárnia. O clima de já ganhou costuma terminar em decepção. O Passarinho avisa: ilusão política cobra caro.

15 – Concorrência pesada
À frente de Cristiane estão nomes com densidade real: Júlio César, Paulo Fernando, e Fred Linhares, apontado como o grande destaque da nominata.

16 – Madrinha ajuda, mas não elege
Ter a senadora Damares Alves como madrinha é desejo de qualquer candidato. Mas para por aí. Transferência de voto, esquece.

17 – Urna não anda sozinha
Se padrinho e sobrenome elegessem, André Kubitschek, filho de Paulo Otávio, já estaria eleito há muito tempo. Ajuda pesa, mas quem carrega a urna é voto e rua.

18 – Climão na Arena BRB
O clima pesou na Arena BRB Mané Garrincha quando José Roberto Arruda apareceu no evento. O silêncio constrangedor falou mais alto que qualquer aplauso.

19 – Muro de silêncio
Não teve vaia, mas também não teve acolhimento. Arruda encontrou um muro de silêncio — daqueles que mostram que a recepção nem sempre acompanha o discurso.

20 – Cara de pau que impressiona
Muitos nos bastidores reconhecem: a cara de pau de certos personagens políticos chega a ser admirável. Não como elogio, mas como constatação de sobrevivência.

21 – Quando a cara de pau vira método
Tem gente que tropeça, some, reaparece e age como se nada tivesse acontecido. Na política, isso vira método. Às vezes funciona. Às vezes cobra a conta — com juros.

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