Miranda garante 200 mil de recursos Para quem compor a Nominata do Democrata-DF

Democratas-DF promete até R$ 200 mil por candidato e aposta em nominata forte; Luís Miranda provoca rival Marco Vicenzo e movimenta bastidores políticos

O recém-rebatizado Democratas-DF, de número 35, pretende entrar na disputa eleitoral com uma estratégia ousada para montagem da nominata de deputado distrital. Em entrevista exclusiva, o ex-deputado federal Luís Miranda revelou que a sigla pretende disponibilizar até R$ 200 mil para cada candidato considerado viável, além de garantir todo o material de campanha.

“Não é promessa vazia. É recurso real. O candidato vai ter dinheiro para trabalhar, material gráfico, bandeira, adesivo, estrutura básica. Aqui ninguém vai ser enganado com promessa de milhões que nunca chegam”, afirmou Miranda.

A proposta, segundo ele, busca romper com práticas tradicionais na formação de chapas eleitorais, onde, segundo o ex-parlamentar, muitos candidatos entram na disputa baseados em expectativas irreais.

A matemática eleitoral e o desafio das nominatas

Durante a entrevista, Miranda destacou que muitos pré-candidatos ainda não compreendem o peso da matemática eleitoral. Nos bastidores, o quociente eleitoral para deputado distrital no DF é projetado entre 70 mil e 71 mil votos.

“O candidato precisa entender que ninguém se elege sozinho. Se o partido não bater o quociente eleitoral, ninguém entra, mesmo que tenha uma votação expressiva”, explicou.

Miranda também citou a regra conhecida como critério “80/20”, que exige que o candidato alcance pelo menos 20% do quociente eleitoral para disputar uma vaga.

“Se o quociente ficar na casa dos 70 mil votos, o candidato precisa passar de aproximadamente 14 mil votos para entrar na disputa pelas cadeiras”, detalhou.

Estratégia com recursos reais e campanha coletiva

Segundo Miranda, a proposta do Democratas-DF é investir aproximadamente R$ 200 mil por candidato estruturado, dentro de um planejamento coletivo da nominata.

“Tem partido prometendo um milhão para candidato. Isso não existe. Aqui é R$ 200 mil, mas é dinheiro de verdade, na conta, para trabalhar campanha com estratégia”, afirmou.

Ele também defendeu que campanhas eleitorais modernas dependem mais de comunicação e posicionamento político do que apenas de grandes investimentos financeiros.

“As pessoas votam em quem representa o que elas sentem. Ideia hoje vale mais do que dinheiro jogado fora em campanha”, disse.

Continuidade política e estrutura pós-eleição

Outro ponto destacado por Miranda é o compromisso de manter os integrantes da nominata ativos politicamente, mesmo que não sejam eleitos.

“Ninguém vai ser abandonado depois da eleição. Nosso projeto é coletivo. Quem não ganhar vai continuar tendo espaço político e administrativo para continuar trabalhando e crescer para as próximas eleições”, declarou.

Rivalidade política vira desafio esportivo contra Marco Vicenzo

 

Além da discussão eleitoral, outro tema dominou os bastidores durante a entrevista: a rivalidade entre Luís Miranda e o ativista político Marco Vicenzo, que ganhou repercussão nas redes sociais e pode culminar em um confronto esportivo.

Miranda fez críticas diretas ao adversário, principalmente sobre a exposição individual de servidores públicos nas redes sociais.

“Pode criticar leis, instituições, decisões políticas. Agora, atacar servidor público pelo CPF, expor pessoas que estão cumprindo o trabalho delas, eu sou totalmente contra”, afirmou.

Provocações e clima de disputa ideológica

Durante a entrevista, Miranda também fez provocações ao rival e deixou claro que encara o possível confronto como uma disputa simbólica e ideológica.

“Se for para o ringue, vai ser dentro das regras do esporte. Mas também vai ser uma disputa de ideias. Eu acredito no debate firme, mas com responsabilidade”, declarou.

Em tom confiante, Miranda afirmou confiar no próprio preparo físico e na experiência em artes marciais.

“Eu cresci no esporte e sempre levei disciplina muito a sério. Se a luta acontecer, vou estar preparado. Mas o principal combate precisa ser nas ideias e no debate político”, disse.

Política, redes sociais e espetáculo eleitoral

Analistas políticos avaliam que a mistura entre política, redes sociais e eventos esportivos deve marcar o cenário eleitoral dos próximos anos. A exposição pública de rivalidades pode ampliar o alcance político e mobilizar eleitores, especialmente entre o público mais conectado ao ambiente digital.

Nos bastidores, a repercussão do desafio já movimenta apoiadores e adversários, reforçando o clima de pré-campanha no Distrito Federal.

Eleição de 2026 já movimenta o tabuleiro político

Enquanto a rivalidade ganha espaço nas redes sociais, o Democratas-DF segue trabalhando na construção da nominata e na consolidação do projeto eleitoral para 2026.

Para Luís Miranda, a próxima eleição será marcada pela força coletiva das chapas partidárias e pela capacidade dos candidatos de dialogar diretamente com o eleitorado.

“Quem montar nominata forte e falar a língua do povo vai largar na frente. A eleição de 2026 já começou nos bastidores”, concluiu.

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