Sandra Faraj detona Fábio Félix Nas Redes

Sandra Faraj x Fábio Félix: confronto político esquenta o DF após episódio no Carnaval

O episódio envolvendo o deputado distrital Fábio Félix durante uma ação da Polícia Militar do Distrito Federal no Carnaval de Brasília ganhou novo capítulo. A ex-deputada distrital Sandra Faraj entrou no debate e elevou o tom.

Nos bastidores, a avaliação é simples: quando a discussão sai da rua e vira disputa pública entre figuras políticas, o assunto deixa de ser apenas ocorrência — e passa a ser narrativa.

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Sandra fala sem papas na língua

Ao comentar o caso, Sandra Faraj fez críticas diretas à postura do parlamentar. Em declarações, afirmou:

“Deputado não é autoridade policial para se meter em operação. Fiscalizar é uma coisa, atrapalhar é outra.”

Na sequência, saiu em defesa da atuação policial:

“Enquanto a PM estava combatendo crime, teve parlamentar querendo palco. Segurança pública não é cenário de militância.”

E completou, em tom ainda mais duro:

“Se houve desacato, que se cumpra a lei. Ninguém está acima dela, nem deputado.”

A fala repercutiu e passou a circular em grupos e redes, ampliando o clima de confronto político em torno do episódio.

A versão de Fábio Félix

Fábio Félix sustenta que atuou no exercício de sua prerrogativa parlamentar de fiscalização. Aliados argumentam que o deputado buscou mediar a situação e que houve excesso na condução da ocorrência.

Da ocorrência ao tabuleiro eleitoral

O embate ultrapassa o Carnaval. O tema virou símbolo de uma disputa maior: fiscalização parlamentar x autoridade policial, ativismo x ordem pública, progressistas x conservadores.

O Passarinho Hoje Está Pra Lá de Apimentado

Em ambiente pré-eleitoral, qualquer episódio com alta carga emocional tende a se transformar em bandeira — e, muitas vezes, em palanque. A entrada de Sandra Faraj no debate reforça esse movimento e joga luz sobre um fato que já não se limita ao que aconteceu no bloco: trata-se de quem domina a narrativa.

Bastidor

Nos corredores da política local, o comentário é um só: o Carnaval acabou, mas a guerra de versões está só começando.

 

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