Um Passarinho me contou: aniversário de Julio Cesar Ribeiro virou demonstração de força no DF
Em Brasília, ninguém lota um espaço por acaso.
Na noite de segunda-feira (24), o espaço Oscarito, no SIG, não foi palco apenas de parabéns. Foi palco de sinalização política clara.
Os ingressos disponibilizados na Sympla se esgotaram rapidamente. E quem entrou percebeu: aquilo não era só celebração — era medição de força.
Não foi apenas festa. Foi mobilização.
O deputado federal Julio Cesar Ribeiro (Republicanos) reuniu aliados, base consolidada e nomes estratégicos do cenário político local.
Entre os presentes estavam:
- Senadora Damares Alves
- Vice-governadora Celina Leão
- Renata D’Aguiar, subsecretária de Promoção das Mulheres
- Renato Junqueira, secretário de Esporte e Lazer do DF
- Deputado distrital Martins Machado
- Gustavo Rocha Chefe da Casa Civil e pré-candidato a vice-governador
Em política, presença é posicionamento. E posicionamento em pré-campanha é cálculo.

O discurso foi institucional — fé, família e compromisso com o Distrito Federal.
Mas nos cantos do salão, o tom era outro.
Teve conversa ao pé do ouvido.
Teve aproximação estratégica.
Teve “vamos falar depois”.
E em Brasília, “depois” quase sempre significa 2026.
O que ficou da noite
Julio Cesar mostrou algo que pesa muito no DF: capacidade real de mobilização.
Reunir base é comum.
Reunir base com Executivo e Senado no mesmo ambiente é diferente.
Não foi só aniversário.
Foi recado.
E o recado foi entendido.
Bastidores
Quando vice-governadora, senadora, secretários e distritais dividem o mesmo espaço em clima de alinhamento, o ambiente deixa de ser social e passa a ser político.
A pergunta que ficou no ar não foi “quantos anos ele fez”.
Foi: qual o próximo movimento?
Porque em Brasília, festa grande demais raramente é só festa.
Quantos Votos Republicanos e MDB precisam para eleger 4 distritais?