O Passarinho Traz as Charadas traduza se for capaz

Um Passarinho Me Contou
O jogo já começou: federação, nominatas e o fantasma do registro em 2026

1 – O juiz é o verdadeiro candidato
Tem político rodando o DF pedindo voto que talvez nem possa pedir voto.
Antes do eleitor decidir, o Supremo pode decidir.
Campanha sob condição não é estratégia, é roleta.
No DF, a pré-campanha virou suspense jurídico.
Sem elegibilidade, não existe discurso.

2 – Federação virou guerra por espaço
Quando achavam que não ia sair, todo mundo chorava.
Agora que pode sair, começou a disputa interna.
Tem mais cacique do que vaga real.
Federação grande não multiplica cadeira, divide ego.
Vai faltar espaço e sobrar mágoa.

3 – Nominata fraca é suicídio proporcional
Tem partido grande com discurso inflado e chapa vazia.
Sem time forte, não existe milagre matemático.
Quem não fechar nominata competitiva vai virar figurante.
Eleição proporcional é soma, não ilusão.
E soma mal feita derruba mandato.

A Festa de Júlio e os papos de Bastidores

4 – Festa nunca é só festa
Casa cheia com vice, senadora e secretário não é acaso.
É teste de força.
Quem apareceu está escolhendo lado.
Quem faltou também fez escolha.
Em Brasília, ausência é estratégia.

5 – A pré-campanha já começou
Tem gente fingindo que ainda é cedo.
Não é.
Os grupos já estão fechando acordos.
As conversas já estão avançadas.
Quem acordar tarde não entra no jogo.

6 – Pesquisa anima, mas não garante
Tem candidato comemorando segundo lugar em sondagem.
Esquece que agosto de 2026 vem antes de outubro.
Registro pode ser mais decisivo que voto.
Pesquisa sem segurança jurídica é espuma.
E espuma desaparece rápido.

Arruda no Buriti 2026? Bastidores do DF veem candidatura como bomba-relógio jurídica

7 – O puxador que se acha puxador
Tem deputado achando que elege três sozinho.
Na matemática real, talvez não eleja nem a si.
Proporcional não perdoa arrogância.
Quem não conhece o quociente, vira sobra.
E sobra raramente salva.

8 – O medo que ninguém admite
Tem pré-candidato que já contratou advogado antes de marqueteiro.
Ninguém fala em público, mas todos calculam risco.
Investir em nome instável é aposta alta.
E político não gosta de perder ficha.
Principalmente quando é mandato.

9 – A esquerda ainda procura eixo
Enquanto a direita se organiza, do outro lado reina dúvida.
Quem lidera?
Quem puxa voto?
Quem fecha nominata forte?
Silêncio demais também é sinal.

10 – O secretário que virou ativo eleitoral
Tem nome no Executivo sendo tratado como carta estratégica.
Não fala muito, mas circula bastante.
Em política, circulação antecede anúncio.
Quem aparece demais, prepara algo.
Quem some, já decidiu.

Novo nome aparece na Disputa ao Buriti

11 – A federação pode virar rolo compressor
Se sair do papel, muda a matemática do DF.
Três cadeiras viram quatro.
Quatro viram cinco.
E quem estava confortável começa a suar.
Proporcional é guerra fria.

12 – O deputado de dois jogos
Tem parlamentar com discurso majoritário e base proporcional.
Plano A e plano B rodando juntos.
Quem aposta só em um caminho pode ficar sem nenhum.
Política é prevenção.
Não é torcida.

13 – O grupo paralelo
Tem liderança montando equipe fora da legenda.
Quando isso acontece, é porque algo está por vir.
Ninguém organiza base paralela por hobby.
Movimento silencioso costuma ser o mais perigoso.
E o mais eficaz.

14 – O fantasma do registro
Agosto de 2026 pode ser mais tenso que outubro.
Tem candidatura que pode morrer no protocolo.
Sem registro, não existe campanha.
Sem segurança, não existe aliança.
E sem aliança, não existe vitória.

15 – Muitos favoritos, poucas vagas
Tem mais pré-candidato do que cadeira disponível.
E todo mundo se acha indispensável.
Quando a conta não fecha, alguém fica pelo caminho.
Política não distribui medalha de participação.
Distribui mandato.

16 – A guerra das sobras
Três mil votos podem decidir tudo.
Quem entende isso já está correndo atrás de base miúda.
Quem ignora, perde cadeira por detalhe.
Sobras não são detalhe técnico.
São sentença final.

17 – O efeito nacional no DF
Movimento em Brasília federal nunca fica só lá.
Michelle, STF, federação, tudo respinga aqui.
O DF é laboratório político.
E o laboratório antecipa tendência.
Quem não observa, erra leitura.

18 – O silêncio que preocupa
Tem liderança grande falando pouco demais.
E silêncio em política raramente é distração.
Pode ser cálculo.
Pode ser recuo.
Pode ser preparação.

19 – A candidatura que depende de uma caneta
Tem projeto inteiro dependurado em decisão judicial.
Pesquisa ajuda, mas decisão define.
Quem aposta tudo nisso sabe do risco.
Pode ganhar muito.
Ou perder tudo.

20 – O jogo já está sendo jogado
Tem gente dizendo que 2026 está longe.
Está não.
As alianças estão sendo costuradas agora.
As traições também.
Quem não entendeu isso, já ficou para trás.

Vai Ter Federação entre União e PP, sim

Autor

Horas
Minutos
Segundos
Estamos ao vivo