O Passarinho Traz as Bombas e distritais querem cabeça de secretário

BASE EM ALERTA MÁXIMO: DEPUTADOS AMEAÇAM TRAVAR PAUTA E COBRAM CABEÇA DE SECRETÁRIO NO GDF
1 – Pauta pode travar

O clima azedou de vez na Câmara Legislativa e não é exagero. Deputados distritais contaram a este colunista que há um movimento real para travar a pauta do governo. O motivo é direto: falta de diálogo com Celina Leão, governadora do Distrito Federal. A insatisfação saiu do sussurro e virou fala aberta. E quando pauta trava, governo sangra.

2 – Recado dado sem filtro

A coluna esteve na Câmara Legislativa e ouviu, no olho no olho, o descontentamento. Foram pelo menos 10 deputados distritais ouvidos, todos na mesma linha. O recado foi dado a plenos pulmões, sem maquiagem política. A base está cansada de não ser ouvida. E quando o bastidor grita, é porque a paciência acabou.

3 – “Não somos cordeirinhos”

A frase mais repetida foi clara e pesada: “não seremos cordeirinhos”. O recado é direto para Celina Leão, governadora do Distrito Federal. Apesar do respeito pessoal, a relação política já mostra desgaste. Deputado quer ser ouvido e participar das decisões. Quando isso não acontece, a reação vem.

4 – Cabeça de Valdivino na mesa

Outro ponto de unanimidade é o nome de Valdivino Oliveira, atual secretário de Economia. A esmagadora maioria dos deputados quer a saída imediata dele. Cada entrevista tem virado crise dentro da base aliada. O problema deixou de ser ruído. Agora é pressão política real.

5 – Crise com Ibaneis no pacote

O desgaste não se limita à Câmara Legislativa. Deputados afirmam que as falas de Valdivino também têm irritado Ibaneis Rocha. Ou seja, a crise já atingiu o núcleo político do governo. Quando desagrada base e liderança ao mesmo tempo, o problema cresce. E a conta começa a chegar.

6 – Porta aberta… só no discurso

Um deputado distrital desabafou à coluna sobre o acesso ao Buriti. Segundo ele, a promessa de portas abertas não se confirma na prática. Tentou agenda por dias e, ao ir pessoalmente, ouviu que a governadora não estava. O detalhe é que ela estava, sim. O episódio foi visto como constrangedor.

7 – Humilhação na antessala

O mesmo parlamentar resumiu o sentimento em uma frase: “hoje foi humilhante”. O desabafo não ficou isolado e já ecoa entre outros deputados. A crítica é sobre a forma, não apenas o conteúdo. Em política, acesso é tudo. E quando ele trava, o desgaste vem junto.

8 – Aula silenciosa

A política real acontece longe dos holofotes e no tempo certo. E quem mostrou isso foi Flávio Bolsonaro. Atuou nos bastidores, sem barulho, e entregou resultado. Enquanto muitos preferem o confronto público, ele resolveu no silêncio. É outro nível de jogo.

9 – Senado entrou em campo

O episódio recente mostrou que o Senado ainda tem força quando decide agir. Não houve espetáculo, apenas articulação bem feita. O resultado veio sem necessidade de discurso inflamado. É aquele tipo de movimento que muda o clima político. E mostra que o jogo está longe de ser controlado por um lado só.

10 – Menos bravata, mais política

A diferença entre falar e fazer política está cada vez mais clara. Quem aposta só no discurso começa a perder espaço. Política exige construção, diálogo e paciência. Não se ganha eleição apenas com base fiel. Quem entende isso, joga melhor.

11 – Centrão manda no jogo

Gostando ou não, o centro político continua sendo decisivo. Quem quer chegar precisa dialogar e construir maioria. Não é sobre ideologia, é sobre números. E números se constroem com articulação. Quem ignora isso, fica pelo caminho.

12 – Recado institucional

Há um movimento silencioso de contenção de excessos entre os poderes. Não é discurso público, é leitura de bastidor. O Senado já deu sinais claros disso. Quando o sistema reage, o jogo muda. E quem não perceber, fica para trás.

13 – Saudade de Gustavo Rocha

Nos bastidores, cresce a saudade de Gustavo Rocha, ex-chefe da Casa Civil do DF. Era ele quem recebia, ouvia e resolvia os problemas da base. Hoje, muitos deputados sentem falta dessa interlocução direta. A brincadeira virou símbolo: tem deputado com “retrato” dele. E dizem que até beijinho rola.

14 – PL mira o topo

O PL já definiu seu foco para 2026. A prioridade é a eleição federal, com concentração de recursos. Distritais terão que se virar com o que tiverem. O jogo é seletivo e duro. E não vai caber todo mundo.

15 – Bia no comando

Bia Kicis tem deixado claro quem dita o ritmo dentro do partido. Os recados são diretos e sem rodeios. Isso gera desconforto, mas também impõe liderança. Política também é força. E ela está exercendo.

16 – Izalci no trilho

Nos bastidores, a leitura é que Izalci Lucas está sendo direcionado para a disputa federal. Não é escolha simples, é estratégia de grupo. Resistir pode custar caro politicamente. Aceitar pode ser o caminho mais seguro. O jogo já começou.

17 – Humor: novo objetivo

Entre uma análise e outra, surgiu uma teoria curiosa nos bastidores. Virar amigo de Mayara Noronha virou quase estratégia política. Brincadeira ou não, o comentário ganhou força. Política também vive de símbolos. E esse virou um deles.

18 – Humor: política raiz

Esqueça estratégia mirabolante e marketing caro. Nos bastidores, política ainda se resolve no contato direto. Conversa, proximidade e presença continuam sendo essenciais. Quem circula bem, cresce mais rápido. Política raiz ainda manda muito.

19 – Mayara no radar

Mayara Noronha está com tudo pronto para disputar vaga de deputada federal. Filiação regular, ficha limpa e cenário favorável. O que ainda não está definido é a decisão política. Vai entrar no jogo ou não? Essa dúvida movimenta os bastidores.

PENSAMENTO DO DIA

Na política, quando a base para de ouvir… começa a falar alto — e quando fala, o governo treme.

No vídeo abaixo explico os bastidores de todas as tretas acima

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