1 – Falta de espaço político
Dirigentes do Podemos afirmam que o partido perdeu espaço nas decisões do governo e deixou de ser tratado como um aliado estratégico.
2 – Candidatos sem prioridade
Pré-candidatos a deputado distrital e federal da legenda reclamam da falta de apoio político e da ausência de protagonismo na construção da chapa governista.
3 – Senado como alternativa
Diante do cenário, o partido passou a discutir seriamente o lançamento de uma candidatura própria ao Senado, tendo o presidente regional, Cristian Viana, como principal nome.
4 – Prioridade ao PL
Nos bastidores, a avaliação é de que Celina Leão concentrou esforços na relação com o PL, especialmente em torno de Bia Kicis e da possível candidatura de Michelle Bolsonaro.
5 – Aliados esquecidos
Outros partidos da base também demonstram insatisfação e afirmam que perderam espaço na interlocução com o Palácio do Buriti.
6 – Distanciamento político
Lideranças lembram que Celina sempre foi reconhecida pela política do diálogo e do contato direto, mas afirmam que esse estilo ficou para trás.
7 – Falta de convergência
O Podemos defende que só permanecerá em um projeto majoritário se houver alinhamento político e respeito ao espaço da legenda.
8 – Convenção ganha importância
A convenção do dia 1º de agosto deixa de ser apenas um ato de homologação de candidaturas e passa a ser o momento em que o partido definirá seu posicionamento para 2026.
9 – Novo posicionamento
Ao cogitar disputar o Senado, o Podemos envia um recado de que pretende ter protagonismo e não apenas compor alianças.
10 – O rompimento está próximo?
Se não houver mudança na relação entre o governo e o partido, cresce a possibilidade de o Podemos seguir um caminho próprio nas eleições de 2026, alterando o desenho das alianças no Distrito Federal.