Por Felipe Fiamenghi

“Fazer atividade física regularmente é essencial para uma vida saudável.”

Quem diz isso é o governador que fechou parques, praças e academias e, assim, foi seguido por uma infinidade de governadores e prefeitos imbecis, apavorados ou mal intencionados, em todo o Brasil.

Nós entramos em agosto e, como o bom-senso já previa, em nenhum momento tivemos um isolamento de mais de 50% da população, muito menos atingimos o um milhão de mortos previstos pelo Youtuber PhD. Longe disso!

Se estes cinco meses de pandemia serviram para nos ensinar algo, definitivamente, foi o quão forte é o poder de propaganda esquerdista.

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Divulgação x cadeia

Se qualquer jornalista, blogueiro ou “especialista” da direita tivesse feito o que fez Átila Iamarino, divulgado uma previsão apocalíptica e gerado o mesmo pânico, provavelmente já estaria preso pelo STF, por espalhar Fake News.

Se quaisquer políticos da direita tivesse iniciado essa quarentena de pessoas saudáveis, bloqueado estradas, feito com que milhões de empresas fechassem e dezenas de milhões de empregos fossem extintos, estaríamos assistindo uma “inquisição política” contra todos que aderiram à ideia.

Na história recente deste país, nunca se viu uma política tão segregacionista quanto a adotada, em decorrência do Covid, pelos prefeitos e governadores.

Enquanto os abastados jornalistas, artistas e influenciadores ficaram em seus apartamentos de luxo, fazendo esteira na sala e pedindo tudo por delivery, os pobres se aglomeraram em transportes públicos com horários reduzidos, foram algemados por tentar respirar fora das suas casas, tiveram as portas de seus comércios soldados e seus trajetos bloqueados.

Se o isolamento realmente salvasse vidas, igual nos discursos, os políticos foram muito claros em mostrar quais são as vidas que importam. Não são as vidas dos entregadores, dos cozinheiros, dos estoquistas, dos repositores, dos cobradores, dos motoristas, dos garis.

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Como bem disse Orwell, ao mostrar o quão caricata é essa ideologia genocida: “Todos os bichos são iguais, mas alguns são mais iguais do que os outros”. Enquanto os “Napoleões” ditam as regras, milhares de “Sansões” aplaudem, orgulhosos de seus “líderes”. Em caso de infecção, o cenário é ainda pior.

Pobre x ricos

Quem tem acesso a médicos particulares inicia o tratamento precoce e se salva. Prova disso é o prefeito de São Paulo, o mesmo que instituiu um rodízio insano e fez meia metrópole se aglomerar no metrô, paciente de câncer, imunodeprimido por sessões de quimioterapia, que contraiu a Peste Chinesa e já está todo serelepe, novamente, em alta hospitalar.

Enquanto isso, o pobre, que vai para o SUS, não pode receber o mesmo protocolo e vai engrossar as nefastas estatísticas do número de óbitos. Pela primeira vez na história, aliás, vimos partidos políticos descaradamente JUDICIALIZANDO medicamentos, na tentativa de IMPEDIR que a população carente tivesse acesso ao remédio.

Por fim, milhares e milhares de pessoas, inclusive as mais duramente atingidas pelas medidas eugênicas dos “líderes públicos”, estão aprovando a perda de liberdade e, inclusive, colaborando nas denúncias contra seus próprios vizinhos, no mais perfeito exemplo de adestramento nazista.

Anestesiados pelo pânico, estamos dançando à beira do precipício, enquanto somos roubados, enganados, temos nossos sustentos tomados e nos tornamos prisioneiros voluntários, dentro de nossas próprias casas.

LAVEM AS MÃOS E ABRAM OS OLHOS!

 

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