Por Felipe Fiamenghi

No Brasil, a Cloroquina já é utilizada há 90 anos, para o tratamento da malária. É ministrado em idosos com lúpus, artrite reumatoide e doenças fotossensíveis.

É óbvio que não existem estudos sobre a eficácia contra o Sars-Cov-2. Afinal, esta é uma doença recente, para a qual não existe NENHUM estudo profundo.

Países como a Itália, Espanha, França, Rússia e até a Venezuela já incluíram o fármaco no protocolo de tratamento. No Brasil, porém, as questões políticas se sobrepõe às necessidade de saúde pública.

Hospitais particulares, como os da Prevent Senior, estão utilizando o medicamento há mais de um mês, em pacientes do grupo de risco, com resultados extremamente satisfatórios.
No SUS, porém, pressões ideológicas, interesses políticos e lobby da indústria farmacêutica ainda não permitem que o tratamento atingisse as camadas menos favorecidas da população.

Dr. David Uip, ao ser infectado, tomou a Cloroquina. Dr. Roberto Kalil, ao ser infectado, tomou a Cloroquina e, inclusive, disse que o remédio impediu que fosse para a UTI. Por que, então, o “Seu João”, quando chega no hospital público, não pode receber o mesmo tratamento?

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O STF amarrou as mãos do Presidente e deu autonomia para que governadores e prefeitos adotassem suas próprias medidas no combate à pandemia. As liberdades foram cerceadas, milhões de empregos foram extintos, cidadãos foram presos, escândalos de corrupção começaram a pipocar em todo o pais e os números apontam quase 15.000 mortos.

Garanto a vocês que, se Bolsonaro cair, no dia seguinte mudam o protocolo de tratamento. Por enquanto, continuarão deixando brasileiros morrendo, aos milhares, e usando as mortes como narrativa política.

O único efeito colateral com que se preocupam é cura dos pacientes e a consequente admissão de que o Presidente estava certo.
Como vão justificar as consequências desastrosas da quarentena, se ficar provado que o tratamento estava disponível desde o começo e, por questões ideológicas, se negaram a dá-lo ao povo?

PENSEM, LAVEM AS MÃOS E ABRAM OS OLHOS!

Felipe Fiamenghi é jornalista e empresário

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Mara Gama
Mara Gama
6 meses atrás

Só pra esclarecer o lupus não e doença de idosos, e sim pessoas jovens eu descobri com 20 anos fiz o uso de cloroquina por vários anos, não tive efeitos colaterais.

Simone Leite
Editor
6 meses atrás
Reply to  Mara Gama

Olá, Mara. A matéria não diz que é de idosos. Diz que o tratamento com a hidroxicloroquina foi eficaz aos idosos com a doença. Temos o Lúpus neonatal, Lúpus Discoide e o Lúpus Sistêmico – Esse último é comum nos idosos.