Por Renato Riella

Apenas 0,01% sabe o que é ser “liberal”, palavra da moda da Rede Globo. A grande mídia perdeu mesmo o ponto de contato com a sociedade.

Os carinhas globais e outros mascarados vivem num mundo que eles criaram para si, de onde as pessoas comuns, nós, fomos expulsos.

Agora, os esnobes da Globonews e de outros redutos inúteis da “elite intelectual” apresentam análises em que definem determinados políticos como “liberais”.

Outra ala de políticos é chamada de conservadora, nesta época de pandemia, quando fazemos força para sobreviver.

Já era difícil suportar a dúvida entre esquerda e direita.
Sabíamos apenas que os bandidos roubavam para um lado ou para o outro. E guardavam o dinheiro na cueca ou na meia.

Fiz o cálculo e concluí que nem 0,01% da população sabe o que é ser político ou técnico liberal. Isso dá menos de 20 mil pessoas, neste mundo de 208 milhões de brasileiros.

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Enquanto isso, Miriam Leitão e sua turminha perdida no espaço tentam nos provar que existe um liberalismo – e que o Ministro Paulo Guedes encarna isso. Que merda é isso, Miriam.

Pra mim, liberal era o cara que deixava a filha de 15 anos transar sem camisinha. Ou que aceitava a troca de casais.
Agora, é o quê?

Por isso que Bolsonaro não conversa com esta gente. Ele não é liberal, nem num sentido, nem no outro. É um presidente indefinível, na sua metamorfose ambulante.

E o povo que se exploda, tentando entender a nova verborragia midiática.
Felizmente, no mundo das fake news, as pessoas falam uma língua que todos compreendem.

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