O deputado estadual Alexandre Knoploch (PSL-RJ) se envolveu em uma confusão na porta de um restaurante, madrugada desta quinta-feira, em Brasília.
O parlamentar é acusado de atirar contra um do um advogado de 39 anos, que foi atingido no pé.
A vítima, entretanto, alega que Knoploch e outros dois deputados, um dele Rodrigo Amorim (PSL-RJ), tentavam entrar em uma balada clandestina, que descumpria as ordens das autoridades de saúde de isolamento social para evitar a proliferação do novo coronavírus.
Em sua defesa, o deputado afirma que reagiu a uma agressão ao sair de um restaurante. Knoploch diz que recebeu socos pelas costas e foi derrubado no chão.
O parlamentar diz que procurou a polícia.
A Polícia Civil do Distrito Federal confirmou a ocorrência. O caso foi registrado como lesão corporal e está sendo investigado pela 1ª Delegacia Policial de Brasilia.
A vítima foi socorrida ao Hospital de Base (HBB), onde passou por cirurgia e segue internada.
A vítima informou que todos estavam na festa quando Knoploch chegou ao local acompanhado de mais dois parlamentares. A versão do advogado é contrária a do deputado.
Ele alega que os parlamentares ameaçaram denunciar o evento caso não entrassem.
Durante a confusão, um homem foi agredido com um soco. O advogado diz que confundiu Knoploch com o agressor e desferiu um soco contra ele. Em seguida o deputado sacou a arma e efetuou o disparo.

“É uma mistura de revolta e medo. Não sei muito bem o que fazer”, desabafou o homem.

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Em nota  a assessoria de Knoplocho disse que:

“Na última quinta-feira, o deputado estadual Alexandre Knoploch se dirigiu a uma delegacia de Polícia Civil, em Brasília, para registrar que foi vítima de uma agressão covarde, quando saía de um restaurante. Ao deixar o estabelecimento, recebeu socos pelas costas e foi derrubado no chão.

Para paralisar seu agressor, desferiu um tiro em seu pé.

De acordo com o relatado pelo agressor após o incidente, o deputado foi confundido com outra pessoa.

Vale a pena ressaltar que o próprio deputado foi quem procurou as forças policiais, para registrar o caso.

O deputado pediu, por conta própria, ainda, que além do exame de corpo delito, fossem também feitos os exames toxicológico e de alcoolemia, comprovando que ele não havia ingerido bebida alcoólica. E esclareceu que possui porte de arma”.

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