Felipe Fiamenghi

Apesar de ter sido aluno da minha própria mãe, uma das melhores docentes de matemática que já conheci, nunca me dei muito bem com números e, portanto, acabei me voltando para a área das ciências humanas.

Estudei em escola pública desde a 7ª série, atual 8º ano. Naquela época, porém, mesmo em matérias como história e geografia, tive ótimos professores. Quando, então, me deparei com um “doutrinador”, no verdadeiro sentido da palavra, que usava o público cativo dos alunos para formar militantes, já tinha conhecimento suficiente para não me deixar doutrinar.


A este professor, aliás, devo muito. Na primeira vez que debatemos em sala de aula, ele me mandou estudar. Orgulhoso que sou, estudei. Estudei mais do que qualquer outra matéria, para poder contradizê-lo toda vez que começasse com a sua doutrinação.

Hoje eu vejo uma geração de alunos que desconhecem totalmente a história. Diplomados analfabetos, que gastaram seus anos de estudo sendo alienados onde deveriam aprender.

E isso não é apenas no Brasil. Também atinge Europa, EUA. A epidemia da ignorância é global.

Especialistas em tudo, que não sabem de nada. Mestres e doutores apenas em conhecimento militante, raso e tendencioso. Leitores de manchete, que tomam qualquer “artigo cientifico” como verdade absoluta. A “escola com pensamento crítico” tirou-lhes a capacidade de questionar.

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O resultado, portanto, não poderia ser diferente. Assim nasceu a geração que criou os “antifascistas” a favor do Estado e contra Winston Churchill, o homem que se manteve SOZINHO, por mais de um ano, em guerra contra os fascistas; a geração dos “antinazistas” a favor da eugenia, que defendem abortos de fetos doentes, são contra a miscigenação racial e odeiam Israel e seu povo Judeu; a geração de “antiracistas” que odeiam Abraham Lincoln e a Princesa Isabel, mas adoram Marx, Stalin e Che.

São dignos de dó. Uma massa de manobra tão idiotizada, tão manipulável, que não é capaz de abrir um livro e, caso fizer, não tem capacidade de interpretá-lo.

Se Hitler reencarnasse hoje, com seus discursos sobre o “nacional socialismo”, a “pureza das raças”, o “Estado forte” e o “confisco de bens dos mais afortunados”, seria seguido por incontáveis jovens universitários, que sequer têm ideia do que foi ou como começou o Holocausto.

Fascista, para eles, é apenas um xingamento que serve para ofender quem discorda dos seus ideais.

 

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