Por Luciano Lima

Independente de nossa posição ideológica, temos que sempre combater o ódio. Pedir morte de alguém é uma postura democrática? Existe ódio do bem? A nota do articulista Hélio Schwartsman, da Folha de S. Paulo, que pede a morte do presidente Jair Bolsonaro, é nojenta, repleta de ódio, completamente absurda e mostra a decadência profissional de setores da imprensa brasileira.

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Se a imprensa, a oposição, os partidos de esquerda, eu, você, o Vasco, Flamengo, enfim, acham que o presidente Jair Bolsonaro fala absurdos é legítimo que a se igualem a ele? Existe “ódio do bem”? Não seria antidemocrática a postura do jornalista? Será que a nota do Schwartsman não é o reflexo ainda do “trauma” da derrota sofrida pela esquerda nas últimas eleições?

É por isso que sempre estou falando meus amigos. O jornalismo funerário que se prática no Brasil nos dias de hoje não tem nenhum republicanismo. São poucos os que realmente está interessados ou preocupados com o Brasil e com os milhares de mortos pela COVID-19.

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O texto do articulista Hélio Schwartsman é a maior prova de que a nossa sociedade está doente e que nossa imprensa perdeu rumo. Fico na torcida para que encontre. Estamos em tempos “Olho por olho, dente por dente”

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