A partir de hoje (5), a Câmara Legislativa começa oficialmente seus trabalhos com a primeira sessão ordinária do ano. Ali dentro se dará o rumo para a população do Distrito Federal. Porém, vale observar, que a vontade da população não se reflete nos parlamentares empossados.

Isso por causa da regra do quociente eleitoral, tão criticada pelos eleitores e, praticamente imutável nos calabouços do Congresso Nacional.

De forma bem didática, destacamos essa exemplificação do portal R7, que diz:

Para se calcular o quociente eleitoral, o número de votos válidos é dividido pelo número de vagas disponíveis na Câmara para o estado onde os candidatos foram eleitos. A partir daí, calcula-se o quociente partidário: divide-se o quociente eleitoral pelo número de votos válidos dados na coligação.

Por exemplo, se houveram 100.000 votos válidos na eleição e existem 100 cadeiras para ocupar, o resultado do quociente eleitoral será 1.000. Se um partido conquistou 20.000 votos, divide-se esse número pelo quociente eleitoral e, como resultado, o partido vai conquistar 20 cadeiras, que deverão ser ocupadas pelos deputados mais votados da coligação.

Agora listamos abaixo, caso a vontade popular fosse realmente acatada pelas urnas, os nomes dos eleitos.

Como seria o quadro sem o quociente eleitoral:

  • Martins Machado
    Delegado Fernando Fernandes
    Professor Reginaldo Veras
    Rafael Prudente
    Delmasso
    Chico Vigilante
    Robério Negreiros
    Agaciel Maia
    José Gomes
    Arlete Sampaio
    Cláudio Abrantes
    Dr Gutemberg
    Jorge Vianna
    Iolando
    Professor Francelino
    Eduardo Pedrosa
    Joao Cardoso Professor-Auditor
    Roosevelt Vilela
    Daniel Radar
    Telma Rufino – (atualmente assumiu a vaga de Fernando Fernandes que está na Administração da Ceilândia. Mas na justiça, ela perdeu o mandato para a Jaqueline Silva).
    Wellington Luiz
    Hermeto
    Pastor Daniel de Castro
    Claudeci Luart

Quem não estaria eleito sem o quociente eleitoral:

  • Fábio Felix
    Valdelino Barcelos
    Daniel Donizet
    Júlia Lucy
    Reginaldo Sardinha
    Leandro Grass

Ou seja, 1/4 da CLDF está lá sem a vontade da maioria. É preciso mudar lei para a democracia valer de verdade.

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RUBENITA RODRIGUES SILVA
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DEMOROU!!! SE NÃO VOTO, NA SE ELEGE.

eva
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eva

Desses ai ficaria fabioi felix. Pareceu honesto e compcometido com o
Povo e inteligente

Cristiane Pereira da Silva Santos
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A justiça tem que se feitas… tomara que alguém tome providência disso …

É muito revoltante saber que meu candidato não foi eleito, ainda mais sabendo que ele teve voto suficiente para pegar a cadeira….
Revoltante…..

claudia frota
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claudia frota

25% é muita coisa, é muita gente não representada. Infelizmente essa é nossa realidade.

Gessi Ramalho
Visitante
Gessi Ramalho

Ou seja, 1/4 da CLDF está lá sem a vontade da maioria. É preciso mudar lei para a democracia valer de verdade.

Jose Carlos Jr.
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Jose Carlos Jr.

eu não voto NUNCA mais, enquanto esse sistema não mudar…quem tem mais voto tem que ser eleito..que P.;..de coeficiente eleitoral….

Wellington Duarte
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Wellington Duarte

Na verdade o sistema de coeficiente eleitoral proporciona a representação em um sentido macro, mais democrático! Ou seja, dá oportunidade das minorias serem representadas, ou seja, a totalidade, ou a maior parte do todo esteja representada… O fato é que em um país de TANTAS disparidades esse é o sistema mais inclusivo…

E cá entre nós seria muito menos bacana de ver uma CLDF sem o entusiasmo dos [email protected] Júlia, Valdelino, Fábio, Sardinha, Donizet e Leandro!
Aposto de verdade que essa turma vai fazer a diferença na CLDF para a melhora do DF!

Marco Antonio Pereira
Membro

Votamos o candidato não entra, deixamos de votar o quociente os coloca de volta, a justiça barra e aí um sai é o barrado fica….Enfim tá complicado acreditar que teremos a vontade do povo defendida na CLDF.

Walter Eustáquio
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Walter Eustáquio

Ainda bem que temos a Julia Lucy . Competente e competitiva, muito tecnica e responsável nos seus argumentos. O Distrito Federal está bem representado .

Elton Santos

Elton Santos é formado em jornalismo e atua na área política do Distrito Federal há oito anos, sempre buscando os bastidores do poder. Já passou por redações e assessorias na capital federal
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