Nunca na história política de DF se viu tanta confusão entre os servidores públicos. O fogo amigo não é só entre o governador e o seu vice. Já houve embates entre a Polícia Militar e a Polícia Civil por causa do esquadrão anti-bombas. 
Na época, um diretor da PCDF preferiu os serviços da Polícia Federal e preteriu a PMDF. Foi uma crise daquelas. 
A fuga dos dez presidiários abriu mais uma ferida. Os subsecretários acusaram a Polícia Civil de não prestar o apoio necessário. Tudo isso via imprensa. Essas situações, bem resumida, só foram para retratar que um governo instável abala o nervo de todos. 
Já o secretário de Justiça, João Carlos Souto, por meio da mídia acusou a PMDF de não manter policiais nas guaritas da Papuda. O governador Rollemberg precisou de forma acertada desmentir o secretário e evitou outra crise institucional. 
Nunca se viu tanto desentendimento corporativo. Isso só mostra que a crise na atual gestão é mais política do que financeira. E acaba afetando a todos. Começa no topo do poder, chega aos servidores e a bomba explode na sociedade. 
Esse é o resumo da opera. 
Fonte: Redação 

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