Chegará, esta semana, ao Congresso a proposta de reforma administrativa do governo. O tema é considerado prioritário para a equipe econômica e para as lideranças do Congresso. Muitos dos privilégios que os funcionários públicos tem serão cortados e deverá haver limites às mordomias, como férias de 60 dias no Judiciário. A chamada PEC Emergencial propõe corte de 25% na jornada dos servidores e o fim da progressão – que garante aumentos por tempo de serviço.

Os lobbies dos servidores e funcionários públicos já está em campo visando convencer parlamentares para criar dificuldades à tramitação da proposta. Outro tema que enfrentará resistência é o fim da estabilidade que assegura emprego até o fim da vida ou aposentadoria de quem trabalha no serviço público.

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Caso a proposta seja aprovada, haverá uma economia anual de 15 bilhões de reais que hoje são consumidos com os privilégios, mordomias e benefício que jamais os trabalhadores privados sonharam em ter. Algumas carreiras de elite vão ter a estabilidade mantida por serem consideradas posições estratégicas para o funcionamento do Estado.

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Simone Leite

Simone Leite atuou como repórter, produtora de TV, assessora de imprensa e editora de notícias. Há dez anos, atua diretamente na política, área que se diz apaixonada!