😈 Irritando Haters: Joaquim Roriz Neto vai aparecer todo dia — e isso explica muita coisa
O quadro Irritando Haters veio para cumprir o que prometeu: falar bem de quem incomoda. E, nesta semana, o escolhido é Joaquim Roriz Neto.
Fica o aviso oficial: até sexta-feira vamos falar bem do Joaquim. Todo santo dia. Quem não gostou, respira fundo e segue o baile.
🎯 Quando elogio vira gatilho
Em certos círculos políticos, criticar é permitido; elogiar, não. Quando alguém cresce, aparece bem em conversas e começa a ser lembrado, surgem os especialistas em “defeitos de ocasião”. Joaquim virou alvo porque incomoda funcionando.
🏘️ Samambaia, críticas e coincidências
Nos bastidores de Samambaia, a cena se repete: os que mais falam mal do Joaquim são, curiosamente, pré-candidatos a distrital. Não é debate de ideias — é disputa de espaço. A crítica vem com verniz moral, mas o fundo é eleitoral.
🧾 O detalhe que ninguém gosta de comentar

muitos dos que atacam Joaquim não conseguiram cargo comissionado ou aquela velha amizade política não rendeu o esperado. Aí a frustração vira discurso, o “não” vira narrativa, e a mágoa ganha microfone.
É o clássico roteiro:
👉 tentou se aproximar
👉 não deu certo
👉 saiu falando mal
👉 chama isso de “opinião política”
🤝 A dobradinha que só depende do cargo
Se Joaquim resolvesse disputar federal, o milagre aconteceria: críticas sumiriam, ataques virariam silêncio, e surgiriam convites para dobradinha “em nome da cidade”. A convicção, como sempre, muda conforme o endereço eleitoral.
😂 Irritar haters também é método
Por isso o quadro é claro: vamos falar bem do Joaquim até sexta-feira. Não por provocação vazia, mas porque elogiar com base em fatos desmonta mais do que qualquer ataque. Cada postagem vira teste de controle emocional nos bastidores.
🐦 Moral da história
Nem toda crítica é ideológica.
Algumas são curriculares.
Outras são emocionais.
E muitas nascem daquele famoso ressentimento político: “não fui lembrado”.
🔥 Aviso final: até sexta tem Joaquim.
E para os haters, um conselho amigo: às vezes o problema não é o outro — é o espelho.