A Estratégia de Celina Que Ninguém Está Percebendo

Por que Celina está em silêncio enquanto tentam puxá-la para a briga?
O clima de provocação

Nos bastidores do DF, cresce a percepção de que há movimentos calculados para provocar Celina Leão.
Insinuações, discursos indiretos e críticas veladas surgem aqui e ali, como se o objetivo fosse simples:
arrancar uma reação.

Em ano pré-eleitoral, reação é combustível. Mas, até agora, o retorno tem sido o mesmo: silêncio.

O silêncio como estratégia

Na política, nem sempre quem fala mais vence. Muitas vezes, quem fala menos observa melhor.
Ao evitar confronto público, Celina não oferece palco para adversários nem transforma tensão em espetáculo.
E isso frustra quem esperava manchete, embate e vídeo viral.

Porque conflito gera conteúdo. Silêncio, não.

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O que realmente está em jogo

2026 já está no radar. Quem ocupa posição central naturalmente vira alvo preferencial.
Quando alguém cresce, incomoda. Quando alguém herda protagonismo, passa a ser medido com lupa.
E provocar virou método para tentar antecipar desgaste.

Quem ganha com a reação?

Há quem espere uma frase atravessada, um embate público ou um gesto mais duro. Não por indignação,
mas por cálculo político. Se houver resposta, há material. Se houver briga, há narrativa.

Mas sem resposta, o roteiro trava.

No xadrez do DF

Em Brasília, silêncio não é ausência. É movimento calculado.
Enquanto tentam puxá-la para a arena, Celina observa. Enquanto esperam reação, ela administra tempo.

E há um detalhe que incomoda nos bastidores: Celina em silêncio — e sem responder — acaba ficando
mais em evidência do que quem faz barulho.

No jogo de 2026, às vezes, quem fala menos aparece mais.

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