A política do DF é a mais desconfigurada da história. E tudo começou com as eleições de 2018, onde tudo se bagunçou. Vários nomes ficaram pelo caminho e os “novatos” assumiram os rumos políticos da cidade.

O primeiro a assumir a frente foi o governador Ibaneis Rocha, óbvio. São dois desta nova configuração.

Em uma crise como a que culminou, levando à prisão da cúpula da Secretaria de Saúde e manchete em todos os jornais do Brasil, não se tirou proveito de classe política.

Não houve uma “ponta de lança”, um nome que se destaque como um opositor. Uma referência. Nada!

“E a Câmara Legislativa?”. Nada contra Fábio Félix ou Leandro Grass, apesar que minha afinidade com a bandeira deles é abaixo de zero, tenho que ser verdadeiro no que escrevo.

Mas eles vão levar tempo para ser alguém na política do DF. E mais: eles são distritais do Plano Piloto, não da periferia.

Essa é a pura realidade. Ambos não tem peso político nenhum. Pode vir a ter? Claro, o inexperiente lá na frente pode ser um expert.

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Já nas alas mais à “direita”, nada. A maioria só observou e só fará um movimento próximo a 2022.

Quem ensaiou foi a deputada federal Paula Belmonte, que quer, sim, ser candidata ao Palácio do Buriti em 2022. Ela gostou da repercussão, só que finge que não sabe. Mas o passarinho sabe!

O senador Izalci Lucas nem se ouviu na crise política. Por que será?

Sim, lembro de mais nomes, mas a minha reação será igual. Não perderei meu tempo.

Com todo esse cenário desconfigurado, já podemos pensar em um nome doido aparecendo ou mesmo a reeleição do governador Ibaneis Rocha.

Repito: reeleição do governador Ibaneis Rocha se não houver mais denúncias pela frente.

Tá rindo, né? O problema é que no DF todos se acham cientistas políticos.

Postei e saí correndo!

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Odir Ribeiro

Odir Ribeiro é jornalista, blogueiro e multimídia que desde 2011 cobre os bastidores da política do DF.