Entre tiros, perseguições, bastidores da política e histórias inacreditáveis das ruas do Distrito Federal, o policial militar e ex-administrador do Jardim Botânico, Aderivaldo Cardoso, abriu o coração em um papo sincero e cheio de revelações no podcast da Rádio Corredor.
Conhecido por muitos como “o cigano da política”, Aderivaldo contou detalhes da infância humilde na antiga Vila Telebrasília, relembrou o barraco onde viveu com a família e falou sobre as dificuldades enfrentadas antes de construir sua trajetória dentro da Polícia Militar e da política do DF.
Das ruas da Telebrasília para a Polícia Militar
Nascido em Dianópolis, no Tocantins, Aderivaldo chegou ainda criança em Brasília. A família foi morar primeiro em Taguatinga e depois na antiga Vila Telebrasília, onde ele cresceu em meio às dificuldades.
O hoje capitão da PMDF relembrou com emoção o pé de abacate que plantou ainda criança no local onde existia o barraco da família e que permanece lá até hoje.
“Eu só consigo identificar onde era nossa casa por causa do pé de abacate que eu plantei”, contou.
Na Polícia Militar desde 1999, Aderivaldo passou por diversas regiões do DF e viveu ocorrências marcantes, principalmente na Estrutural e no Varjão.
Histórias fortes da polícia
Durante o podcast, o policial relembrou momentos pesados vividos nas ruas. Entre eles, uma ocorrência no Varjão que o marcou para sempre.
Aderivaldo contou que viu um homem morrer na frente dele após uma troca de tiros.
“A sensação do olho ficando esbranquiçado nunca saiu da minha memória”, disse.
Outra história emocionante foi de um pai baleado que chegou desesperado pedindo ajuda na Estrutural enquanto as duas filhas pequenas assistiam desenho no celular do policial para tentar se acalmar.
Segundo ele, situações assim deixam marcas psicológicas profundas nos policiais militares.
A perseguição dentro da corporação
Aderivaldo também falou sobre o período em que sofreu perseguições internas por conta do blog e das opiniões políticas.
Ele revelou que respondeu a dez IPMs, sindicâncias e até conselho de disciplina.
Tudo acabou sendo anulado anos depois.
“Eu praticamente fui salvo pela capelania da PM naquele período”, afirmou.
O desafio no Jardim Botânico
Na política, Aderivaldo participou de campanhas históricas no DF e teve ligação com diversos grupos políticos desde os tempos de Joaquim Roriz.
Mas foi no Jardim Botânico que ganhou grande projeção.
Ele assumiu uma administração considerada uma das mais problemáticas do Distrito Federal e afirma ter deixado o cargo com mais de 80% de aprovação.
Durante a conversa, relembrou como mapeou os problemas da cidade, criou prioridades e enfrentou questões como lixo, buracos, falta de iluminação e dengue.
Também contou bastidores da saída da administração e revelou uma conversa direta com o governador Ibaneis Rocha.
“Eu não fui treinado para atirar na minha própria guarnição”, disse ao explicar porque preferiu deixar o cargo ao invés de romper com sua equipe.
Bastidores, política e muito humor
Além dos relatos emocionantes, o podcast teve momentos hilários envolvendo ocorrências policiais inacreditáveis, bastidores políticos e situações que arrancaram gargalhadas no estúdio.
Aderivaldo mostrou o lado humano de quem viveu anos na linha de frente da segurança pública e hoje também circula pelos bastidores da política do Distrito Federal
🚨 TEM HISTÓRIA PESADA, BASTIDOR POLÍTICO E MUITA RESENHA!
O capitão da PMDF e ex-administrador do Jardim Botânico, Aderivaldo Cardoso, abriu o jogo no podcast da Rádio Corredor.
🔥 Troca de tiros
🔥 Perseguição dentro da polícia
🔥 Histórias da Estrutural e Varjão
🔥 Bastidores do governo Ibaneis Rocha
🔥 Política do DF sem filtro
🔥 E até ocorrência inacreditável que fez o estúdio cair na gargalhada
Assista ao podcast completo e conheça um lado de Aderivaldo que pouca gente conhece.