Em apresentação escolar, reforço minha defesa das escolas cívico-militares no DF
O debate sobre as escolas cívico-militares segue movimentando o cenário político e educacional no Distrito Federal. Enquanto sindicatos e setores ideológicos continuam criticando o modelo, muitos pais defendem esse tipo de ensino por acompanharem de perto os resultados dentro de casa.
Nesta semana, fui acompanhar uma apresentação escolar no Centro de Ensino Fundamental 407 Norte, em Samambaia, e saí ainda mais convencido da importância desse modelo de educação.
Orgulho ao acompanhar a evolução da Isabella
Entre os alunos que participaram da apresentação estava minha enteada Isabella, que atualmente estuda na unidade. Foi dentro da própria escola que ela aprendeu a tocar flauta através das atividades musicais oferecidas aos estudantes.
Assistir à apresentação foi um momento de muito orgulho. Quem acompanha a evolução de um filho ou de alguém da família entende perfeitamente esse sentimento.
Ali pude ver dedicação, disciplina, respeito e principalmente crescimento pessoal dos alunos.
Não vi opressão, vi educação
Durante o tempo em que estive na escola, uma coisa me chamou muita atenção: o ambiente.
Vi alunos respeitando professores, direção e colegas. Vi organização. Vi disciplina. Vi educação acontecendo na prática.
Muita gente critica as escolas cívico-militares sem nunca ter entrado em uma delas. Existe uma tentativa constante de transformar disciplina em opressão, mas o que enxerguei foi justamente o contrário.
Não vi opressão. Vi educação na essência.
A realidade mudou
Quem conhece a realidade de muitas escolas públicas sabe exatamente do que estou falando.
Há alguns anos, era comum ver desordem, insegurança e até problemas relacionados ao tráfico de drogas nas portas de algumas unidades escolares. Hoje, pelo menos na realidade que acompanho de perto, vejo outro cenário.
Vejo jovens com perspectiva. Vejo famílias mais tranquilas. Vejo disciplina sendo usada como ferramenta de transformação social.
Debate eleitoral precisa olhar para a realidade
Em ano eleitoral, esse debate naturalmente volta à tona. E digo com tranquilidade: políticos que defenderem esse modelo provavelmente encontrarão apoio de muitos pais que acompanham os resultados dentro de casa.
Talvez esteja faltando menos discurso ideológico e mais visita às escolas.
Porque quando você presencia a realidade, conversa com pais, acompanha alunos e vê o ambiente funcionando, fica difícil ignorar os resultados.
Eu vejo isso dentro da minha própria família.</p