🏟️ Mané Garrincha: do elefante branco à Arena BRB que move a economia do DF
🕰️ A construção
O Estádio Mané Garrincha foi erguido no governo de Agnelo Queiroz para a Copa do Mundo de 2014. Uma arena moderna, padrão internacional, mas com custos de manutenção elevados que, passado o megaevento, exigiam uma solução de longo prazo.
🤷 O período do elefante branco
Na gestão seguinte, sob Rodrigo Rollemberg, o estádio ficou sem um modelo eficiente de uso. Agenda rarefeita, despesas altas e pouco retorno transformaram o Mané em sinônimo de elefante branco, onerando os cofres públicos do Distrito Federal.
🤝 A virada política: a solução enfrentando críticas
A mudança de rumo veio com Ibaneis Rocha, que lutou com unhas e dentes para dar utilidade ao estádio justamente por entender que ele não poderia continuar sendo um peso permanente ao Tesouro do DF.
Mesmo diante de discursos inflamados e resistência política, a aposta foi na Parceria Público-Privada (PPP) como saída responsável.
🔄 Ontem Mané Garrincha, hoje Arena BRB
Com a PPP:
- o GDF manteve a propriedade do equipamento;
- a gestão passou à iniciativa privada;
- a exploração econômica ganhou profissionalismo.
Assim nasceu a Arena BRB Mané Garrincha — agenda cheia, grandes jogos, shows e eventos. O que antes era custo virou ativo econômico.
⚽ A prova concreta: a Supercopa do Brasil
A nova fase ficou evidente na final da Supercopa do Brasil, entre Flamengo e Corinthians, disputada em Brasília. O jogo reuniu mais de 70 mil torcedores e registrou bilheteria próxima de R$ 12,6 milhões, uma das maiores arrecadações recentes do futebol nacional.
🏨 Impacto além das arquibancadas
Com a arena ativa o ano inteiro, os reflexos se espalharam pela cidade. A rede hoteleira do DF vive hoje um momento próspero, impulsionada por grandes eventos, além do aquecimento de bares, restaurantes e serviços ligados ao turismo.
🧠 Moral da história
- Agnelo construiu.
- Rollemberg não soube o que fazer.
- Ibaneis enfrentou críticas, bancou a decisão e deu a solução.
Quem pode comer o peixe com tambaqui, com batatas, preparado por Ibaneis, é Agnelo Queiroz.