Direita faz contas para dominar o Senado — e o DF entra no radar estratégico

Nos bastidores do PL, o clima não é de improviso.

É de planilha aberta, mapa na parede e cálculo frio.

Lideranças do partido já trabalham com projeções claras sobre o avanço da direita no Senado em 2026. E o Distrito Federal aparece como peça importante nesse tabuleiro.

Mas o que parece simples nas manchetes é, na prática, um xadrez silencioso.

Estados onde a direita pode eleger dois senadores

 

A projeção interna aponta possibilidade de duas vagas em:

Acre, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.

Se esse cenário se confirmar, a composição do Senado muda de eixo.

E muda o peso político do DF dentro do Congresso.

👉 Quer entender como o DF está se posicionando nessa disputa? Leia também nossa análise sobre os bastidores do Senado no DF.

Estados com disputa dividida

Um senador para a direita é o cenário mais provável em:

Alagoas, Amazonas, Amapá, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio Grande do Norte e Sergipe.

Aqui, alianças regionais e movimentos inesperados podem alterar completamente o resultado.

👉 Veja como as alianças locais estão sendo costuradas nos bastidores — clique na análise completa do cenário estadual.

Onde o avanço é considerado improvável

Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco e Piauí aparecem como terrenos mais resistentes.

Mas no jogo político, nada é definitivo.

Pesquisa é fotografia. Campanha é movimento.

👉 Aliás, já mostramos aqui como pesquisas podem virar “banho de água fria” para quem confia demais em números isolados.

O impacto direto no Distrito Federal

No DF, a possibilidade de duas vagas sob influência da direita mexe com todos os pré-candidatos.

A disputa pelo Senado pode virar o centro gravitacional da política local — puxando recursos, alianças e rearranjando nominatas.

E quando o Senado vira prioridade, as proporcionais sentem o efeito.

👉 Entenda como isso pode impactar as nominatas e o cálculo do quociente eleitoral no DF.

O que ninguém está dizendo em voz alta

Enquanto o debate público gira em torno de nomes, nos bastidores o foco está em estrutura, fundo eleitoral e composição de chapa.

E quem achar que essa disputa está resolvida pode estar olhando apenas a superfície.

Porque o jogo que define o Senado começa muito antes da urna

 

A substituição que virou guerra silenciosa

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