Em 2018, o eleitorado deixou bem claro que queria um novo quadro político e com novas práticas. Quais práticas essas? Uma delas é o respeito ao dinheiro público. A outra é a de políticos mais próximos e resolvendo os problemas da população, ou sendo a voz dela na interlocução política.

Aprovar plano de saúde para ex-distritais vai contra o que o eleitorado propôs em 2018. Isso porque se o cidadão, hoje em dia, quebrar um dedo ele terá dificuldades de conseguir atendimento na rede pública. Porque um ex-distrital teria que ter esse privilégio? O eleitor se pergunta.

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Plano de saúde para ex-distrital não pega bem no eleitorado e saibam de uma coisa: as urnas estão mostrando que o povo não tem mais memória curta. As consequências para Rodrigo Delmasso, que apresentou a proposta, podem ser zero já que ele tem o nicho evangélico. Agora aquele distrital que não tem essa base eleitoral, poderá sofrer as pesadas consequências.

Mais uma vez: o povo não tem mais memória curta.

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Odir Ribeiro

Odir Ribeiro é jornalista, blogueiro e multimídia que desde 2011 cobre os bastidores da política do DF.