A secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, deixou há tempos de ser apenas um nome técnico dentro do GDF. À frente de uma das pastas mais complexas da administração pública, ela construiu uma gestão marcada por resultados concretos, capilaridade social e forte presença institucional — ingredientes que, na política, costumam se transformar em voto.
Gestão com entregas e visibilidade social
Sob sua condução, a Secretaria de Educação acumulou avanços que dialogam diretamente com a vida real da população: ampliação do acesso às creches, investimentos em infraestrutura escolar, valorização dos profissionais da educação, programas de alfabetização, inclusão, intercâmbio internacional e fortalecimento da governança. Educação básica, quando bem executada, alcança famílias inteiras — e isso amplia o alcance político da gestão.
Aposta direta do Palácio do Buriti
Nos bastidores, é público que o governador Ibaneis Rocha vê em Hélvia um nome estratégico para a disputa proporcional em 2026. A leitura no núcleo do governo é pragmática: quadros técnicos que entregam, dialogam com a sociedade e não acumulam desgaste político têm alto potencial eleitoral. E Hélvia se encaixa exatamente nesse perfil.
Aparecimento em pesquisas espontâneas
Outro dado que chama atenção é o fato de Hélvia Paranaguá já aparecer em pesquisas espontâneas para deputada federal — aquelas em que o eleitor cita nomes sem qualquer estímulo. No jargão político, isso é sinal claro de reconhecimento público e lembrança positiva, algo raro para gestores que não ocupam cargos eletivos.
Perfil técnico com discurso político maduro

Moral da história
