Nos bastidores da política, Luiz França é unanimidade: querido, articulador e daqueles que fazem a engrenagem girar sem barulho — mas com resultado.
Advogado, secretário-geral nacional do Podemos e pré-candidato a deputado federal, França também tem sido peça-chave na montagem da nominata do partido no DF, ao lado do presidente local Christian Viana.
O lance que colocou fogo no noticiário
A semana esquentou quando Luiz França trouxe para o Podemos-DF ninguém menos que Marcelinho Carioca, o eterno Pé de Anjo. A filiação — e a provável candidatura a deputado distrital — deixou o meio político em borburinho. Não é todo dia que um ídolo com carisma nacional entra no jogo local com bola dominada.
Arena BRB, Corinthians em peso e termômetro eleitoral
Na final entre Corinthians e Flamengo, na Arena BRB, a surpresa foi geral: a torcida corintiana engoliu a do Flamengo e lotou o estádio. Marcelinho foi festejado do começo ao fim — mal conseguia andar de tantas fotos. Para quem conhece o voto distrital, de proximidade, o recado foi claro: o ex-camisa 7 tem trânsito fácil com o eleitor e um oceano de corintianos prontos para abraçá-lo no DF.
Planejamento, domicílio eleitoral e caminho das pedras
Luiz França sabe articular como poucos. Marcelinho tem casa no Distrito Federal, vai transferir o domicílio eleitoral e sempre demonstrou interesse por política. Aqui, quem mostra o caminho das pedras é França — que já vinha costurando esse movimento há meses nos bastidores.
Nominata robusta: distrital e federal
O “bate-bola” entre França e Marcelinho pode fortalecer duas frentes: a nominata distrital e a federal. França ajuda a montar a de federal; Marcelinho dá musculatura popular à de distrital. É combinação de bastidor com arquibancada.
Craque fora do campo, craque no campo
França representa a periferia, conhece as cidades, fala com a base, caminha de bairro em bairro. Nos bastidores, é craque. No campo, nem se compara ao Pé de Anjo. E na política, fica a pergunta que vale três pontos: quem faz o gol de placa em 2026?
A resposta, como todo clássico, fica para o segundo tempo.