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Rafael Prudente monta nominata do MDB, PL acende alerta e a polarização do Buriti ganha forma

1 – Montagem sob comando direto
Rafael Prudente decidiu assumir pessoalmente a montagem da nominata de deputado federal do MDB. Nada de delegar. Ele está tratando nome por nome.

2 – Conversa individual
Havia tensão entre pré-candidatos e disputa silenciosa por espaço. Prudente chamou um por um, alinhou expectativas e acalmou o ambiente.

3 – Confiança na chapa
A interlocutores, o deputado tem repetido que o MDB terá uma das melhores nominatas do DF. A aposta é em densidade de votos, não apenas volume de nomes.

4 – Estratégia silenciosa
Enquanto muitos falam do Buriti, Prudente trabalha a base proporcional. Em eleição majoritária, quem estrutura bancada ganha musculatura.

Os Nomes que Podem Salvar As Nominatas em 2026 e Ninguém Está Prestando Atenção

5 – Organização é poder
Nos bastidores, a leitura é clara: nominata forte hoje significa poder de negociação amanhã.

6 – Prudente falou com todas as letras
Em conversa com a coluna, Rafael Prudente foi direto: “não sou candidato ao Buriti”. Sem rodeios. Sem duplo sentido.

7 – Foco declarado
O deputado reafirmou que seu projeto agora é a reeleição para a Câmara Federal e a consolidação da nominata do MDB.

8 – Palavra registrada
Ele sabe que o nome circula nos bastidores. Mas fez questão de deixar claro que não está na disputa majoritária neste momento.

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9 – Sinal amarelo no PL
Enquanto o MDB organiza sua engrenagem, a cúpula nacional do PL analisou números recentes da disputa ao Senado no DF e o clima ficou menos otimista do que o discurso público sugere.

10 – Preocupação real
Há avaliação interna de que, se a candidatura de Bia Kicis não ganhar tração, o caminho pode se tornar mais difícil do que o previsto.

11 – Efeito nas proporcionais
O foco concentrado na majoritária tem impactado a montagem das nominatas de deputado federal e distrital do PL.

Por que a Nominata do PL-DF está bem fraca

12 – Construção coletiva em debate
Dentro do partido cresce a cobrança por mais coordenação e articulação coletiva na formação das chapas.

13 – Risco estratégico
Uma nominata que poderia ser das mais competitivas do DF pode perder força se não houver alinhamento interno.

14 – A matemática não perdoa
Em sistema proporcional, nominata fraca significa menos cadeiras. E menos cadeiras significam menos peso político

15 – Polarização no Buriti
As pesquisas indicam que a disputa pelo Governo do DF começa a se consolidar entre José Roberto Arruda e Celina Leão.

16 – Centro da direita em disputa
Celina Leão consegue angariar parcela significativa do eleitorado conservador, segundo os dados analisados.

17 – O fiel da balança
Hoje, o equilíbrio dessa disputa atende por um nome: Michelle Bolsonaro. Um apoio explícito pode alterar o ritmo da corrida.

18 – Transferência que pesa
A leitura técnica aponta que a sinalização de liderança dentro do campo conservador pode acelerar a consolidação de votos.

19 – Esquerda fora do centro
Na polarização entre Celina Leão e José Roberto Arruda, o campo da esquerda perdeu protagonismo na narrativa eleitoral.

20 – O jogo está claro
Enquanto alguns estruturam nominatas e organizam chapas, outros ainda buscam ajustar discurso. Em política, organização pesa tanto quanto popularidade.

Pensamento do dia
Em eleição majoritária, quem monta o time certo no momento certo larga na frente. Palavra dita também é estratégia.

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