1 – O alerta ignorado
Pessoas próximas a Ibaneis Rocha contam que o nome de Paulo Henrique Costa era motivo de preocupação havia muito tempo. Segundo esses relatos de bastidores, não foram poucas as vezes em que aconselharam o então governador a substituir o presidente do BRB.
2 – A confiança falou mais alto
Quem conviveu com Ibaneis afirma que ele sempre manteve confiança em Paulo Henrique Costa. A lealdade e a convicção de que o presidente do banco agia corretamente pesaram mais do que os alertas recebidos de aliados.
3 – O desgaste anunciado
Entre pessoas próximas a Ibaneis, a avaliação é de que a crise poderia ter sido evitada se os sinais políticos tivessem sido levados mais em conta. Hoje, muitos afirmam que enxergavam o risco bem antes de o caso ganhar repercussão.
4 – A sensação nos bastidores
Nos bastidores, alguns aliados de Ibaneis resumem o episódio como uma quebra de confiança. Na visão deles, a confiança depositada em Paulo Henrique Costa acabou produzindo um enorme desgaste político para quem sempre o defendeu.
5 – Quase colocou tudo a perder
A percepção entre pessoas próximas a Ibaneis é que toda a turbulência envolvendo o BRB/Master teve potencial para comprometer uma trajetória política construída ao longo de anos. Para esse grupo, o desgaste foi muito maior do que deveria.
6 – O “eu te disse”
Depois de toda a crise, muitos daqueles que pediam a saída de Paulo Henrique Costa repetem a velha frase de quem acredita que previu o problema: “Eu te disse. Eu te disse.”
7 – A velha máxima
Uma frase voltou a circular entre os bastidores: a política pode até conviver com a traição, mas dificilmente perdoa quem passa a ser visto como traidor da confiança que recebeu.
8 – Apesar da tempestade
Apesar de toda a pressão da oposição e da repercussão do caso BRB/Master, aliados de Ibaneis avaliam que o episódio não comprometeu seu potencial eleitoral. A leitura é que ele continua entre os favoritos na disputa por uma vaga no Senado.
9 – O peso das obras
Quem acompanha o cenário político lembra que eleição não é decidida por um único episódio. Na avaliação de aliados, o conjunto de obras, entregas e investimentos realizados durante o governo Ibaneis ainda pesa positivamente na memória do eleitor.
10 – O cenário muda rápido
Na política, um movimento em Brasília pode mudar todo o tabuleiro. E um dos cenários observados é a possibilidade de Bia Kicis deixar a disputa ao Senado para integrar uma chapa presidencial como candidata a vice.
11 – Michelle no radar
Outra hipótese discutida nos bastidores é a de Michelle Bolsonaro não disputar uma vaga ao Senado pelo Distrito Federal. Se isso acontecer, a composição das chapas precisará ser completamente redesenhada.
12 – O efeito dominó
Sem Bia Kicis e sem Michelle Bolsonaro na disputa ao Senado, a chapa da governadora Celina Leão teria que buscar novas alternativas para ocupar as vagas. O quebra-cabeça eleitoral ficaria ainda mais complexo.
13 – O caminho de Izalci
Nesse cenário, cresce entre lideranças políticas a avaliação de que Isalci Lucas reúne condições para buscar a reeleição ao Senado. Seu nome volta a ganhar força nas conversas de bastidores.
14 – O MDB segue valioso
Enquanto muitos apostavam no enfraquecimento do MDB, o partido continua sendo peça importante nas negociações. A legenda ainda pode ser decisiva na montagem das chapas para 2026.
15 – A eleição começou faz tempo
Quem acha que a campanha começa apenas no ano da eleição está atrasado. As decisões tomadas agora, as alianças construídas e até os erros cometidos hoje podem definir quem estará de pé quando a urna for aberta.
Pensamento do dia
Na política, confiança abre portas, mas é a prudência que evita quedas. Quem ignora os sinais costuma descobrir tarde demais que o poder passa, mas as consequências das escolhas permanecem.