1 – A dança começou
A janela partidária nem abriu oficialmente e já tem deputado fazendo alongamento político. Final de março promete ser aquele período em que o telefone toca mais do que plantão de rádio. Tem parlamentar percebendo que ficar parado é sinônimo de ficar sem legenda. E na política, quem não se mexe, vira peça fora do tabuleiro.
2 – Jorge Viana e a equação do PSD
Jorge Vianna está no PSD, mas o ambiente não é dos mais confortáveis. Nos bastidores, a prioridade é fortalecer o projeto de André Kubitschek Kobishin, filho de Paulo Octávio. Quando o partido já tem candidato da casa para impulsionar, a equação fica apertada para quem precisa dividir espaço.
3 – João Cardoso no radar
João Cardoso o deputado distrital sabe que vai ter que suar. A busca por partido não é só sobre legenda, é sobre montar nominata competitiva. E ninguém quer cair num grupo onde vira escada eleitoral. Conversa aqui, articulação ali, e a corrida já começou.
4 – Jaqueline e o peso do voto
Jaqueline Silva pode até enfrentar resistência em algumas legendas, mas voto é argumento forte. Partido pode fazer cara feia, mas quando vê potencial de 30 mil votos batendo à porta, o discurso muda. No fim das contas, legenda também quer sobreviver.
5 – Cláudio na escolha estratégica
Cláudio Abrantes entra no grupo dos que precisam escolher bem onde pisar. Não basta ter espaço, é preciso uma nominata equilibrada para não virar figurante. Com o quociente podendo subir, erro de cálculo pode custar mandato.
6 – O homem que pegou o Podemos pelo laço
Robério Negreiros foi estratégico. Enquanto muitos ainda estão sondando portas, ele já garantiu o Podemos praticamente para chamar de seu. A tendência é ser o único distrital da nominata, o que dá protagonismo total. Nos bastidores, há quem aposte que ele pode encostar nos 40 mil votos. Se isso se confirmar, a jogada foi de mestre.
7 – Robério fala na lata
Robério costuma repetir: “eleição só se ganha quando a urna se fecha, não existe voto antecipado.” É o estilo dele, sem oba-oba. Em tempos de pré-candidato comemorando antes da hora, o discurso soa como alerta. Experiência ensina que soberba nunca combinou com urna eletrônica.
8 – No final, sempre aparece um partido
A lição da eleição passada foi clara: ninguém com mandato e voto fica sem legenda. Pode haver tensão, resistência e negociação dura, mas no fim sempre surge um partido disposto a abrir espaço. A política tem portas que só se revelam quando o prazo aperta.
Na política, quem se antecipa joga xadrez. Quem demora demais joga dominó… e às vezes perde as peças antes do fim da partida.
9 – Cultura em cena
Tem deputado distrital com identificação cultural antiga, raiz mesmo, querendo ampliar o palco. A conversa não é só sobre evento, edital ou festival… é sobre comando. Nos corredores, já tem gente dizendo que as tratativas estão avançadas e que a Secretaria de Cultura pode ganhar novo protagonista. Brasília adora um enredo desses — e esse promete capítulos dignos de série.
10 – Nos bastidores, o espetáculo começou
A Secretaria de Cultura entrou no radar político e não é só pelo calendário cultural. Tem parlamentar querendo “mais espaço” e, pelo visto, a ideia é ter a pasta para chamar de sua. As conversas já estariam em estágio adiantado. Moral da ópera: quando a política sobe ao palco, até o silêncio vira ensaio geral.
11 – Avante vira porto seguro
O Avante no DF se consolidou como destino de pré-candidatos que querem fugir dos tubarões. Nominata sem os 24 distritais atuais, linha de corte clara e ambiente mais equilibrado. Tem muita gente preferindo competir onde há espaço real de crescimento, sem virar escada eleitoral.
12 – Daniel Radar ganha protagonismo
Com participação ativa na executiva e voz forte na construção da nominata, Daniel Radar se movimenta como peça central do projeto. A leitura nos bastidores é que ele não entrou para compor, entrou para disputar de verdade. A organização interna e o sentimento de pertencimento têm sido diferenciais que atraem novos nomes.
13 – Pode pintar surpresa no 80/20
Com nominata enxuta, regras transparentes e articulação interna bem alinhada, o Avante cresce no jogo. Na nossa visão, pode fazer um no 80/20 — bater o quociente e ainda brigar na sobra. Se o grupo mantiver unidade e estratégia, pode sair maior do que muitos imaginam na apuração
14 – A guerra da atenção
Luis Miranda, agora pré-candidato novamente a federal, e Marco Vicenzo estão agitando o meio político e, principalmente, as redes sociais. Se isso vira voto lá na frente, só a urna dirá. Mas uma coisa é inegável: eles entenderam que visibilidade hoje é combustível eleitoral.
15 – Vai ter embate?
Nos bastidores e nos grupos políticos, a pergunta é direta: vem confronto aberto entre Vicenzo e Miranda? A tensão digital já existe e o público acompanha cada movimento. No fim das contas, o maior ativo de um candidato atualmente é atenção. E nesse ringue virtual, os dois já mostraram que sabem lutar.
16 – O duelo do tapete
A troca de farpas entre Gustavo Rocha e o ex-governador José Roberto Arruda tem sido combustível de clique. Arruda já apelidou Gustavo de “Gustavo de Aladim”, numa referência ao famoso tapete voador. A provocação circulou rápido nos bastidores e nas redes. Política em Brasília nunca perde a criatividade quando o assunto é apelido.
17 – Atenção dividida, silêncio estratégico
Se de um lado Arruda ironiza, do outro Gustavo Rocha evita entrar na pilha. Não criou apelido, não rebateu com humor, e mantém postura institucional. Mas uma coisa é inegável: os dois estão dividindo a atenção do meio político neste momento. E como já dissemos antes, na era digital, atenção é ativo valioso. Quem está no centro do debate, goste ou não, já está jogando o jogo.
18 – Solteira e pronta para novos capítulos
No evento do Democratas 35, uma revelação além da política chamou atenção. Deise Andrade, a Deise da Polícia Civil, contou que está solteira. Ou seja, além de pré-candidata a deputada distrital, também vive um novo momento na vida pessoal. A política pode até ser dura, mas o coração sempre encontra espaço para recomeços.
19 – Recado nas entrelinhas?
Ricardo Caiafa declarou que pretende disputar vaga de deputado federal, mas na entrevista gravada não demonstrou exatamente empolgação com o Partido Liberal. O colunista interpretou o clima como desconforto — e nos bastidores já se comenta que o PL pode estar tratando Caiafa com certa frieza.
21 – Flagrante nada institucional
Um político foi surpreendido em situação nada republicana dentro de um carro. Não houve operação policial nem câmera escondida — quem apareceu foi a própria esposa. A cena teria sido marcada por discussão intensa e alguns tapas pedagógicos. Segundo relatos, ela ainda teria dito que as acompanhantes não tinham culpa, direcionando toda a indignação ao marido. Bastidor daqueles que correm rápido nos grupos de mensagem.
22 – Amor à prova de inauguração
Se alguém achou que o episódio renderia afastamento estratégico, se enganou. No dia seguinte, o casal apareceu junto em uma inauguração pública, trocando sorrisos e gestos de carinho. A política ensina uma coisa curiosa: crise pessoal pode virar capítulo superado em menos de 24 horas. Em Brasília, a agenda anda mais rápido que o escândalo.
Pensamento do dia
Na política de hoje, o maior ativo não é cargo, não é dinheiro, não é estrutura. É atenção. Quem domina a atenção controla o debate. E quem controla o debate larga na frente quando a urna se abre