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O drama das nominatas: partidos correm contra o tempo enquanto puxadores de voto podem mudar todo o jogo eleitoral
1 – O drama das nominatas
Hoje o maior desespero dos partidos não é encontrar cabeça de nominata.
Disso até que muitos estão bem servidos.
O problema é outro.
Completar a parte de baixo da chapa.
E é aí que começa o verdadeiro drama eleitoral.
2 – Cabeça tem… base falta
Nos partidos grandes e até em alguns pequenos já existem nomes fortes para liderar a nominata.
Gente conhecida, testada nas urnas ou com presença política.
Só que uma nominata não se faz só com estrela.
Precisa ter base.
E completar essa base está cada vez mais difícil.
3 – Ninguém quer ser escada
Os candidatos que fizeram entre 7 e 9 mil votos em 2022 sabem que têm algum capital eleitoral.
E por isso não querem entrar apenas para compor.
Muito menos para servir de escada.
Todo mundo quer ter chance real de disputar a vaga.
Mesmo que a matemática diga outra coisa.
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4 – A ilusão da vaga
Na política proporcional, nem sempre quem entra na nominata está realmente na corrida pela cadeira.
Mas muita gente prefere acreditar que está.
E isso complica a montagem das chapas.
Porque o candidato quer disputar de verdade.
E não apenas ajudar alguém a se eleger.
5 – O fator que poucos contam
Outro detalhe que pouca gente coloca na conta é simples.
Cabeça de nominata também pode cair de voto.
Quem foi muito bem votado em uma eleição não tem garantia de repetir o desempenho.
A política é cheia de exemplos disso.
E uma queda muda toda a matemática da chapa.
6 – Quem subiu pode cair
Teve candidato que explodiu de voto em uma eleição e despencou na seguinte.
Isso acontece mais do que muitos imaginam.
E quando um puxador perde força, toda a nominata sofre.
A vaga que parecia garantida desaparece.
E a conta eleitoral vai para o espaço.
7 – O drama do AGIR
Alguns partidos vivem o problema inverso.
Precisam encontrar cabeças de nominata.
O AGIR, por exemplo, está nesse cenário.
Se nomes fortes chegarem, a nominata muda de patamar.
Sem isso, a matemática eleitoral fica complicada.
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8 – Jorge Vianna cairia como uma luva
Entre os nomes que poderiam resolver esse problema está Jorge Vianna.
Se resolvesse ir para o AGIR, cairia como uma luva na legenda.
É um nome com voto consolidado.
E presença em várias categorias.
Uma peça que muda o jogo da nominata.
9 – Abrantes também encaixa
Outro nome que ajudaria muito nessa engenharia política é Cláudio Abrantes, hoje secretário de Cultura do DF.
Tem trajetória conhecida e base eleitoral.
Em uma nominata menor, seu peso cresce ainda mais.
E pode reorganizar toda a chapa.
É o tipo de nome que partido gosta de ter.
10 – Cristiano na conta
Nos bastidores também aparece o nome de Cristiano Araújo.
Se estivesse em uma legenda como o AGIR, também ajudaria a estruturar a nominata.
Porque não basta ter candidatos.
É preciso ter candidatos competitivos.
E isso muda tudo na matemática.
11 – O caso do Podemos
Já no Podemos, o cenário é diferente.
O partido pode ter um puxador de nominata forte.
Estamos falando do distrital Robério Negreiros.
Se repetir ou ampliar sua votação, pode ultrapassar 40 mil votos.
E isso muda completamente a matemática da chapa.
12 – O desafio de Cristian Vianna
O presidente do Podemos no DF, Cristian Vianna, tem um desafio claro.
Montar a parte de baixo da nominata.
E essa é justamente a parte mais difícil.
Porque é preciso equilibrar voto, expectativa e estratégia.
Nem todo mundo aceita entrar apenas para compor.
13 – Novatos na disputa
Se nomes novos como Renato Rocha e Ana Paula tiverem bom desempenho, a chapa pode crescer.
E quando a nominata cresce, abre-se espaço para mais gente.
Às vezes até para uma segunda cadeira.
Tudo depende da votação do puxador.
E da soma da nominata.
14 – A matemática da urna
Outra que pode se beneficiar desse cenário é Crícia, cantora pentecostal que fez quase 10 mil votos na eleição passada.
Se conseguir dobrar essa votação, pode surfar na força da nominata.
Porque no sistema proporcional existe uma regra silenciosa.
Às vezes a vaga não é de quem tem mais voto.
É de quem está na nominata certa.
15 – Republicanos se movimenta
O Republicanos quer encaminhar ainda esta semana a filiação de Renata Daguair.
A ideia é deixar a nominata praticamente fechada.
Nos bastidores a meta é ambiciosa.
Fazer entre três e quatro distritais.
E a legenda promete não medir esforços.
16 – Novatos do Podemos
O Podemos aposta em nomes novos que podem surpreender.
A votação de Renato Rocha pode decidir muita coisa dentro da chapa.
Se ele crescer, a nominata ganha musculatura.
O sonho do partido é ver Robério Negreiros disparar em votos.
E abrir caminho para mais gente entrar.
17 – Turbulência no Avante
O Avante deve ter uma semana agitada.
Nos bastidores dizem que será porrada para todo lado.
A disputa interna entre os médios é intensa.
Aliás, dizem que briga de peixe pequeno é mais violenta que de tubarão.
Porque tubarão respeita tubarão.
18 – O leão ferido
Mais um aviso do passarinho.
Um leão pode até estar ferido.
Mas continua sendo leão.
Muita gente está subestimando isso.
E pode se surpreender lá na frente.
19 – Fé e bastidores
Uma política famosa anda envolvida com histórias de ocultismo e magia negra.
Até aí cada um com sua crença.
O problema é posar de cristã nas redes e nos palanques.
Nos bastidores isso já virou assunto.
E tem gente dizendo que essa história ainda vem à tona.
20 – Fé eleitoral
Dizem que religiosos usam a igreja para promoção eleitoral.
Mas em época de eleição acontece algo curioso.
Até ateu aparece na missa dizendo ter fé.
Na prática, quem está fora da igreja costuma usar muito mais sua imagem.
E o eleitor começa a perceber isso.
21 – Fale direto com o Passarinho
Tem pergunta sobre política?
Quer saber de bastidores que ninguém conta?
Então mande sua pergunta no meu WhatsApp: 61 99648-2755.
Coloque o número na sua agenda.
Pergunte, provoque e use e abuse do passarinho.
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