O Passarinho Mostra as Tretas da Semana e Muito Mais

O Jogo de 2026 Já Move 2027
Enquanto o Senado ferve, a sucessão no Buriti começa a ser desenhada nos bastidores.

1. Confusão Braba
A corrida ao Senado no DF já nasce histórica.
Grupos que se consideram dominantes vão medir força voto a voto.
Não haverá espaço para erro estratégico.
A margem será curta e o embate, direto.
E alguém sairá menor do que entrou.

2. O Tabuleiro de Peso
Estão na disputa Bia Kicis, Ibaneis Rocha, Leila do Vôlei, Sebastião Coelho e Erika Kokay.
É disputa de densidade eleitoral e campo ideológico.
Ninguém entrou para testar o nome.
Todos jogam para ocupar espaço real.
E sabem que a polarização não garante vitória.

3. Direita no Mesmo Quadrante
Sebastião Coelho e Bia dialogam com a mesma base mais ideológica.
É eleitor fiel, mas numericamente limitado.
A grande incógnita é quem consegue avançar ao centro.
Majoritária exige expansão territorial.
Sem isso, a conta trava.

4. A Favorita e a Briga Real
Michelle Bolsonaro aparece bem posicionada nas projeções.
Nos bastidores, sua candidatura é tratada como altamente competitiva.
A segunda vaga vira o verdadeiro campo de batalha.
Ibaneis e Leila disputam voto moderado.
Erika observa a fragmentação com cálculo frio.

O Voto que Afunda ou faz o sucesso de uma Nominata

5. Efeito Dominó na Câmara
Com tantos pesos no Senado, a disputa para federal se abre.
Há nominata sendo montada com régua e compasso.
Silêncio estratégico virou ativo valioso.
Quem montar chapa equilibrada pode surpreender.
E surpresa, em eleição proporcional, vira cadeira.

6. A Engenharia Eleitoral
Rafael Prudente trabalha para ultrapassar 100 mil votos.
A meta é puxar ao menos mais um nome.
Matemática pura e disciplina partidária.
Nada de aventura improvisada.
Planejamento, nesse jogo, é diferencial competitivo.

7. O Puxador Consolidado
Fred Linhares segue liderando citações.
O Republicanos aposta na sua força de arrasto.
Voto concentrado multiplica cadeiras.
Partido que entende isso sai estruturado.
Quem não entende, fica pelo caminho.

O Poder Não é Solitário: A Escolha de Fred Linhares

8. Centro Decide a Partida
A militância grita, mas o centro escolhe.
Ibaneis aposta na memória administrativa.
Leila trabalha com imagem equilibrada.
O eleitor moderado é disputado milimetricamente.
E quem errar o tom paga caro.

9. Capital no Radar Nacional
Políticos de fora têm circulado cada vez mais pelo DF.
Nem todos respiram a cidade, mas disputam narrativa aqui.
A capital vira palco de agendas importadas.
Quando a pauta local perde espaço, o eleitor sente.
E Brasília não gosta de ser figurante.

10. Silêncio que Antecede Movimento
Há articulações acontecendo longe das redes sociais.
Campanha antecipada desgasta mais do que ajuda.
Os mais experientes evitam exposição excessiva.
Construção real acontece em reuniões discretas.
E voto sólido nasce em articulação consistente.

11. O Olhar Sobre Celina
A expectativa gira em torno de Celina Leão.
Como montará seu eventual time de governo será decisivo.
A composição revelará prioridades e alianças.
O Partido Liberal já observa cada movimento.
Olho atento, porque composição é sinal político.

12. O PL na Espreita
O Partido Liberal quer entender o espaço que terá.
Secretarias estratégicas indicam proximidade ou distanciamento.
A leitura é simples: quem ocupa, influencia.
E influência hoje é palanque amanhã.
Nada é apenas administrativo.

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13. PSB em Movimento
No PSB-DF, há apreensão interna.
Alguns quadros temem ficar sem nominata competitiva.
O resultado é migração silenciosa para outras legendas.
Há quem mude até de campo ideológico para sobreviver.
Em política, convicção às vezes disputa espaço com cálculo.

14. Mudança de Lado
Trocas partidárias começam a se intensificar.
O medo de isolamento acelera decisões.
Partidos médios viram porto seguro provisório.
Mas coerência ainda pesa para o eleitor atento.
E memória política não prescreve rápido.

15. Silêncio Estratégico
Os mais experientes evitam exposição excessiva.
Reuniões discretas substituem discursos inflamados.
Campanha antecipada pode desgastar imagem.
Construção sólida acontece longe dos holofotes.
Barulho não garante voto.

16. Vaidade como Risco
Candidaturas demais no mesmo campo enfraquecem projetos.
A disputa interna pode ser mais dura que a externa.
Falta de alinhamento gera ruído.
E ruído afasta o eleitor moderado.
Vaidade é variável perigosa.

17. Suplências em Negociação
Conversas sobre suplentes já começaram.
Não é apenas formalidade jurídica.
É construção de alianças estratégicas.
Nome escolhido pode abrir ou fechar portas.
E porta fechada custa caro.

18. Federações no Radar
Partidos médios analisam composições nacionais.
Federação mal desenhada pode sufocar candidaturas locais.
O cálculo agora envolve dois anos à frente.
Quem errar a leitura ficará isolado.
E isolamento em Brasília é sentença.

19. Bastidores Aquecidos
Pesquisas internas já circulam discretamente.
Nem todas vazam, mas todas influenciam decisões.
Pré-candidatos recalculam rotas semanalmente.
Há entusiasmo contido e preocupação silenciosa.
O jogo é de resistência.

20. O Verdadeiro Desafio
Mais do que vencer, será preciso consolidar base.
A eleição de 2026 projeta 2027 e além.
Quem pensa curto pode perder longo prazo.
O DF vive momento de redefinição política.
E quem entender isso escreverá o próximo capítulo.

Pensamento do Dia
Em Brasília, cargo é poder — mas composição é destino.

https://radiocorredor.com.br/um-passarinho-me-contou/o-fabio-o-26-e-o-arcanjo-que-nao-era/

 

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