Um Passarinho Me Contou
Bastidores da política do DF: pesquisa anima o Buriti, Agir quer Jorge Vianna, PL pode perder Roriz Neto e episódio envolvendo Bia Kicis repercute nos corredores do poder
1 – Pesquisa que animou o Buriti
Uma pesquisa começou a circular nas mãos de alguns palacianos.
Não foi encomendada pelo governo.
O que deixou a turma ainda mais curiosa.
Os números animaram bastante o pessoal do Buriti.
E teve assessor que até soltou um sorriso no corredor.
2 – Nada de champanhe
A comemoração foi discreta.
Nada de festa ou brindes exagerados.
A turma preferiu manter o estilo brasiliense.
Bala Halls no bolso e conversa baixa.
Na política, às vezes refrescar a garganta já é sinal de alívio.
3 – Agir quer Jorge Vianna
Uma legenda que já conseguiu eleger dois distritais entrou em campo.
Estamos falando do Agir.
O partido quer filiar o deputado Jorge Vianna.
Nos bastidores acreditam que ele pode fortalecer muito a nominata.
E quem sabe puxar mais um para dentro da Câmara.
4 – A lógica do convite
O raciocínio dentro do Agir é simples.
Jorge Vianna tem voto consolidado.
Tem diálogo com categorias organizadas.
E presença forte nas redes e nas ruas.
Para uma nominata, é um ativo político relevante.
5 – O erro que pode acontecer
Enquanto isso, outro movimento chama atenção.
Alguns analistas dizem que o PL pode cometer um erro estratégico.
Se deixar Joaquim Roriz Neto escapar para o MDB.
Seria abrir mão de um nome com peso eleitoral.
E história na política do Distrito Federal.
6 – O peso do sobrenome
Roriz Neto carrega um sobrenome que ainda tem eco nas urnas.
Não é pouca coisa.
A memória política do DF ainda guarda espaço para o nome Roriz.
E muitos partidos sabem disso.
Por isso o MDB observa a situação com atenção.
7 – O MDB de olho
Dentro do MDB existe quem veja vantagem clara na filiação.
Trazer Roriz Neto seria reforçar o campo político.
E ainda recuperar parte da memória eleitoral do DF.
O partido gosta desse tipo de símbolo.
Principalmente em ano pré-eleitoral.
PL pode cometer erro estratégico ao deixar Joaquim Roriz Neto escapar para o MDB
8 – A birra engolida
A deputada federal Bia Kicis apareceu apoiando Celina Leão.
Mas quem acompanha bastidor sabe que a história é mais complexa.
Nos corredores, a leitura é clara.
O apoio veio muito mais por orientação política de cima.
E teve gente dizendo que foi apoio engolido em seco.
9 – Quando Michelle fala
Dentro do bolsonarismo existe uma regra silenciosa.
Quando Michelle Bolsonaro se posiciona, muita gente prefere não discutir.
Nos bastidores dizem que foi exatamente isso que aconteceu.
E o apoio apareceu logo depois.
Na política, às vezes o silêncio explica muita coisa.
10 – A fama de difícil
Bia Kicis é conhecida por seu estilo combativo.
Mas nos bastidores a descrição costuma ser outra.
De aliados a adversários, a palavra aparece com frequência.
Arrogância.
Não é a coluna que diz. É o comentário que corre nos corredores.
11 – A crítica que repercutiu
O episódio ganhou novo capítulo recentemente.
O advogado e comentarista político Marco Vicenzo criticou publicamente Bia Kicis.
A fala circulou rápido nos grupos políticos.
E surpreendentemente recebeu aplausos.
Inclusive de gente que está dentro do próprio campo da direita.
12 – Palmas no Buriti
A crítica de Marco Vicenzo também ecoou no Buriti.
Alguns palacianos assistiram ao episódio com certo entusiasmo.
Nos bastidores houve aplausos discretos.
Especialmente de quem se considera direita mais raiz.
Brasília adora esses momentos de sinceridade política.
13 – João Cardoso no PL
Como esta coluna já havia adiantado, o deputado João Cardoso agora está no PL.
A filiação foi recebida com entusiasmo dentro do partido.
Cardoso tem uma base sólida.
Especialmente dentro da igreja católica.
E isso pesa muito nas eleições.
14 – O Caminho Neocatecumenal
Outro detalhe importante explica parte dessa base.
João Cardoso é ligado ao Caminho Neocatecumenal.
O mesmo carisma católico deste colunista.
Esse tipo de movimento cria vínculos fortes dentro da comunidade.
E naturalmente gera apoio político.
15 – A força da igreja
Base religiosa organizada sempre foi fator relevante na política do DF.
Quando existe mobilização comunitária, o resultado aparece nas urnas.
João Cardoso construiu essa relação ao longo do mandato.
E isso explica o carinho que recebe em muitos grupos.
Na política, pertencimento gera voto.
16 – A guerra das nominatas
Enquanto alguns brigam por espaço público, outros trabalham em silêncio.
Partidos estão montando nominatas com cuidado.
Cada nome conta.
Cada voto potencial é analisado.
E ninguém quer ficar com sobra fraca.
17 – Nervosismo pré-eleitoral
Quanto mais a eleição se aproxima, mais o clima muda.
Políticos que estavam tranquilos começam a se movimentar.
Convites surgem.
Filiações são negociadas.
É o aquecimento natural da pré-campanha.
18 – O Buriti observa tudo
No Palácio do Buriti ninguém dorme no ponto.
Cada filiação é observada.
Cada conversa vira cálculo político.
E cada pesquisa vira tema de análise.
O jogo está apenas começando.
19 – Brasília em movimento
O cenário político do DF começa a ganhar forma.
Alguns nomes crescem.
Outros tentam sobreviver.
E outros ainda querem voltar ao palco.
A política brasiliense adora uma reviravolta.
20 – O passarinho ouviu
Entre pesquisas, Halls no bolso e partidos disputando nomes, uma coisa ficou clara.
A eleição de 2026 já começou nos bastidores.
E quem está atento percebe os sinais.
Porque em Brasília nada acontece por acaso.
Tudo começa no corredor.
Pensamento do dia
Na política, às vezes um simples gesto revela muito.
Uma bala Halls distribuída no corredor,
um aplauso discreto nos bastidores,
ou uma filiação inesperada.
Porque em Brasília…
quem entende o corredor entende o poder.
Renato Rocha aposta no trabalho silencioso e começa a chamar atenção no DF