O Passarinho Te Mostra o Tabuleiro Político se Movendo

Um Passarinho Me Contou

1 – O tabuleiro começou a girar

A agitação tomou conta dos bastidores do DF.
É uma bomba atrás da outra.
Quem achava que 2026 estava longe perdeu o timing.
As alianças estão sendo redesenhadas agora.
E quem ficar parado vira peça decorativa.
Política não espera ninguém.

2 – Mexida no MDB pode mudar o jogo

O governador Rocha prepara ajustes internos.
Se as peças encaixarem, a nominata pode ganhar corpo.
Se não encaixarem, pode rachar o grupo.
Em política, mexer demais dói.
Mas não mexer dói mais ainda.
O MDB sabe que precisa decidir logo.

3 – Donizet recua e embaralha o cálculo

Daniel Donizet deve tentar a reeleição para distrital.
A ida ao federal fica para depois.
Isso muda completamente o cálculo das sobras.
Tem deputado que já está fazendo nova conta.
Quando um nome forte muda de rota,
O efeito dominó é inevitável.

O tempo Ensinou: Não Subestime Ibaneis

4 – Agir pode surpreender de novo

Jaqueline Silva e Cristiano Araújo circulam como puxadores.
Se confirmarem, o Agir entra pesado.
E partido que já surpreendeu uma vez,
Pode surpreender de novo.
Tem legenda grande olhando com desconfiança.
Porque voto não respeita tamanho de sigla.

5 – O plano ousado da federação

Iolando no PP de Celina pode reforçar União/PP.
A ideia é turbinar a nominata conjunta.
Mas nome forte sempre desloca alguém.
E deslocamento gera ciúme.
Federação é soma de votos e soma de egos.
E ego não aceita divisão fácil.

6 – O caso BRB deixou marcas

Nos corredores, Rogério Morro da Cruz virou assunto.
Palacianos falam em decepção.
Clima azedou.
E azedou feio.
Quando confiança quebra, a memória fica longa.
E a conta pode vir depois.

7 – Daniel de Castro entrou no caderno

Dizem que Ibaneis anotou tudo.
Não falou alto.
Não ameaçou.
Mas mudou o olhar.
Em política, mudança de olhar é sinal.
E sinal raramente é positivo.

O Passarinho Traz as Charadas traduza se for capaz

8 – Manzoni prometeu muito e entregou pouco

O bastidor comenta frustração.
Promessa alta demais.
Entrega abaixo do esperado.
Isso pesa mais que discurso público.
Porque apoio real nasce na confiança.
E confiança quebrada não se recompõe fácil.

9 – A dupla do sorriso estratégico

Tem gente vendendo sonho em escala industrial.
Primeiro vem o elogio exagerado.
Depois vem a promessa de estrutura.
E no final vem o silêncio constrangedor.
Tem pré-candidato acordando tarde demais.
E percebendo que foi figurante.

10 – Massagem de ego é arma política

Chamam você de fenômeno.
De nome inevitável.
De potência eleitoral.
É música para ouvido vaidoso.
Mas música não garante voto.
E elogio não garante mandato.

11 – Charme demais é alerta

Abraço apertado.
Sorriso largo.
Conversa doce.
Parece série de televisão.
Mas na política o roteiro é outro.
Quem encanta demais costuma cobrar depois.

12 – O abraço pode virar aperto

Todo mundo já viu esse filme.
Primeiro é carinho.
Depois é controle.
Depois é dependência.
E quando percebe, já está preso.
O abraço vira anaconda.

13 – A fase do sumiço

Depois do entusiasmo vem o vácuo.
O zap não responde.
O assessor vira escudo.
O “não esqueci de você” vira mantra.
Quem foi cortejado descobre a realidade.
E aprende da pior forma.

14 – Política não é romance

Tem crise.
Tem traição.
Tem cálculo frio.
Quem entra achando que é amizade pura se frustra.
Pré-campanha testa nervo e lealdade.
E nem todo mundo aguenta.

15 – Arruda e as promessas amplas

Arruda sempre prometeu apoio a muitos.
Em 2018 fez gente acreditar até o fim.
Promessa em política é leve.
Cumprimento é pesado.
O DF lembra dessas histórias.
E memória política não apaga fácil.

16 – Luz de palco é vício

Em toda eleição ele encontra um jeito de aparecer.
Mesmo que o tabuleiro já esteja cheio.
Já deixou aliados pelo caminho.
Agora quer retomar o centro.
Mas o centro mudou.
E não é mais o mesmo de antes.

17 – Cabo eleitoral involuntário
No passado, acabou fortalecendo adversários.
Prometeu apoio cruzado.
Gerou confusão estratégica.
O jogo virou contra ele.
Política é matemática e memória.
E as duas pesam.
18 – O fantasma do registro

Tem candidatura que depende de uma caneta.
Pesquisa ajuda.
Mas decisão judicial decide.
Agosto pode ser mais decisivo que outubro.
Sem registro, não existe campanha.
E sem campanha, não existe vitória.

19 – Muitos favoritos, poucas cadeiras

Tem mais pré-candidato do que vaga real.
Todo mundo se acha indispensável.
Mas proporcional não distribui sonho.
Distribui mandato para quem soma melhor.
Quem não entender isso agora,
Vai entender na apuração.

20 – O jogo já começou de verdade

Tem gente dizendo que ainda é cedo.
Não é.
As alianças estão sendo fechadas agora.
As traições também.
Quem não percebeu o ritmo,
Já ficou para trás.

Ibaneis e a Reviravolta na Nominata do MDB

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