O Passarinho Traz Tretas Novas Dos Bastidores das Doideiras Políticas

Um Passarinho Me Contou
1 – Mudança de planos

Renato Rocha, irmão do ex-governador Ibaneis Rocha, desistiu da pré-candidatura a deputado distrital. A decisão movimentou os bastidores e fez muita gente correr para recalcular o tabuleiro eleitoral.

2 –  Bastidor adora inventar

Foi Renato sair da disputa que começaram a surgir as mais variadas narrativas. Em Brasília, cadeira vazia nunca fica sem dono… pelo menos na imaginação de alguns.

3 – Mayara não vem

Uma dessas versões dizia que Mayara Noronha poderia disputar uma vaga de deputada distrital pelo Podemos. Segundo interlocutores da legenda, essa possibilidade simplesmente não existe.

4 – Ana Paula Marra mudou o jogo

E há um motivo para isso. Ana Paula Marra cresceu muito dentro do Podemos, aparece muito bem nas pesquisas e se consolidou como um dos principais nomes da legenda para a Câmara Legislativa. Ninguém quer mexer em um time que está dando resultado.

5 – O sonho continua

Se existe um nome que o Podemos gostaria de ver vestindo sua camisa é o do policial militar Aderivaldo Cardoso. O convite continua na mesa e a torcida também.

6 –  Prudente bateu o martelo

Outra novela parece ter chegado ao fim. Rafael Prudente deve mesmo disputar a reeleição para deputado federal. Quem esperava uma candidatura ao Buriti ou ao Senado vai ter que esperar outra temporada.

7 – Missão cumprida

Nos bastidores, a avaliação é de que Rafael Prudente conseguiu tudo o que buscava nas conversas com o grupo da governadora Celina Leão. Resolvida essa etapa, o caminho ficou livre para a candidatura à Câmara dos Deputados.

8 – Silêncio que vale ouro

Enquanto muita gente faz política pelo microfone, Celina Leão continua preferindo os bastidores. Fala pouco, escuta muito e costura acordos sem fazer alarde.

9 – Agora é montar o exército

Com as principais pendências encaminhadas, a governadora deve concentrar esforços na montagem das nominatas e na organização política da base. É nessa fase que se ganha ou se perde uma eleição proporcional.

10 –  A fábrica de narrativas

Na política de Brasília, basta alguém espirrar para aparecer quem garanta que é estratégia eleitoral. Tem gente que cria mais candidatura do que partido cria filiado.

11 – Pensamento do passarinho

Na política, quem anuncia primeiro nem sempre chega primeiro. Enquanto alguns vivem de narrativas, outros preferem trabalhar em silêncio. E, no fim das contas, costuma ser o silêncio que decide o jogo.

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