Por 13 dias vou dizer: a história inocentou Agnelo

O pai do Mané Garrincha

Durante os próximos 13 dias vou repetir algo que muita gente evita reconhecer: o tempo começou a fazer justiça ao ex-governador Agnelo Queiroz. Foi na gestão dele que nasceu e saiu do papel o projeto moderno do Estádio Mané Garrincha, pensado para transformar Brasília em palco de grandes eventos.

Do “elefante branco” ao sucesso de público

Na época, a obra foi duramente criticada e virou símbolo de ataques políticos. Hoje, a Arena BRB lota jogos, recebe shows internacionais e movimenta milhões na economia do Distrito Federal. O que era dúvida virou vitrine nacional.

O cenário judicial mudou

Após anos de investigações e disputas jurídicas, Agnelo não possui condenação criminal definitiva relacionada à construção do estádio. O fato reacende o debate político sobre como decisões estruturais muitas vezes são julgadas antes de mostrarem seus resultados.

A economia do DF agradece

A Arena BRB impulsiona turismo, eventos e a rede de serviços da capital. Hotéis, restaurantes e transporte vivem o impacto direto dos grandes espetáculos realizados no estádio.

Uma provocação aos hotéis de Brasília

Se a Arena hoje movimenta a rede hoteleira do Distrito Federal, fica aqui uma provocação bem-humorada: a hotelaria do DF deveria conceder hospedagem vitalícia gratuita a Agnelo. Afinal, o fluxo turístico que o estádio gera ajudou a transformar o setor.

A série começa hoje

Durante 13 dias vamos lembrar dados, fatos e reflexões sobre a construção do estádio que mudou a história dos eventos em Brasília.

Desculpa, Agnelo. Eu não sabia o que estava dizendo

“Deixou de Ser Elefante Branco Na minha Gestão: Ibaneis Rocha

 

 

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