Por que a Nominata do PL-DF está bem fraca

O PL é grande. Nacionalmente é gigante.
Mas no DF, hoje, a nominata está mais para promessa do que para realidade.

E isso não é opinião. É matemática.

A debandada que ninguém comenta

Vamos aos fatos frios:

  • Daniel Donizet – 33.573 votos → foi para o MDB.
  • Thiago Manzoni – 25.554 votos → vai para federal.
  • Sardinha – 20.107 votos → está no Mobiliza.
  • Agaciel Maia – 17.693 votos → também mirando federal.
  • Bispo Renato – 13.976 votos → Republicanos.
  • Pr. Anderson Silva – 9.067 votos → PRD

📉 Total desse bloco: 119.970 votos.

Quase 120 mil votos que não estão mais formando base distrital dentro do PL.

Isso é praticamente o esqueleto inteiro de uma nominata competitiva.

Os Nomes que Podem Salvar As Nominatas em 2026 e Ninguém Está Prestando Atenção

A presidente olha para cima. A base olha para o vazio.

Hoje a prioridade é Senado.
E quando o foco é majoritário, a proporcional vira detalhe.

Só que proporcional não é detalhe.
É engenharia fina.

Montar nominata exige tempo, articulação diária, conversa de gabinete, amarração regional, cálculo de sobra.

Sem isso, sobra só discurso.

O problema não é tamanho. É tração.

O PL ainda tem marca forte.
Tem voto ideológico.
Tem fundo partidário.

Mas nominata distrital não vive de marca nacional.

Ela precisa de:

  • puxador consolidado,
  • candidato médio competitivo,
  • base regional espalhada,
  • estratégia de 70 mil para cima.

Hoje, quem é o puxador distrital real do PL?

Silêncio.

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Federal pode até respirar. Distrital ainda não.

Manzoni pode ser puxador federal.
Agaciel pode compor.

Mas a distrital está aberta. E aberta demais.

E política tem uma regra cruel:
vácuo não fica vazio — alguém ocupa.

Enquanto isso, MDB, Republicanos e outros estão montando suas máquinas silenciosamente.

O medo é mais psicológico do que matemático

Muito partido ainda teme “a nominata do PL”.

Mas teme o passado.

O presente é outro.

Hoje, a legenda parece mais estruturada para eleger Senado do que para fazer uma distrital musculosa.

E eleição proporcional não perdoa desorganização.

Marca grande sem nominata forte vira legenda média na contagem final.

E matemática não respeita tamanho de bandeira.

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