A cobrança de taxa extra pela escolha do médico que atuará no parto da gestante por planos de saúde está proibida.

Os distritais derrubaram, nesta quarta-feira (5), o veto total do governador Ibaneis Rocha ao projeto  que “proíbe a cobrança de qualquer valor ou taxa por parte das operadoras de planos ou seguros privados de assistência à saúde, pela disponibilidade do médico que atendeu a gestante durante o pré-natal para ser o responsável pelo parto”.

A proposta é de autoria do deputado Martins Machado (Republicanos).

De acordo com o parlamentar, a taxa extra tem sido chamada de disponibilidade para acompanhamento de parto.

“Alguns hospitais cobram de R$ 2 mil a R$ 4 mil para ter a presença do médico escolhido pela família no momento do parto”, observa Machado, que acrescenta, “mesmo estando esses profissionais devidamente credenciados nos convênios contratados pelos usuários”.

O governador havia vetado a proposta sob a justificativa de que a iniciativa era reservada ao chefe do Executivo. Os distritais, no entanto, tiveram outro entendimento e derrubaram o veto com 14 votos contrários. O projeto agora vai à promulgação para entrar em vigor em todo o DF.

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Simone Leite

Simone Leite atuou como repórter, produtora de TV, assessora de imprensa e editora de notícias. Há dez anos, atua diretamente na política, área que se diz apaixonada!