Terceiro Dia Irritando Haters: Joaquim Roriz Neto

🐦 IRRITANDO HATERS — DIA 3

A DENGUE CAIU, A PRESSÃO SUBIU

Terceiro dia seguido citando o deputado distrital Joaquim Roriz Neto. E não, não é perseguição, idolatria nem promessa de santificação política. É apenas o velho hábito de olhar fatos — coisa que costuma causar urticária em alguns grupos de WhatsApp.

O fato do dia: lei sancionada no DF criando protocolo para o enfrentamento de doenças sazonais, entre elas a dengue. Está publicado, registrado e funcionando. Não foi psicografia, nem corrente de oração, nem despacho eleitoral. Foi lei mesmo.

🦟 A FRASE QUE FAZ O HATER ENGASGAR

Vamos ao trecho que provoca taquicardia coletiva:

Se a dengue diminuiu no Distrito Federal, isso passa pela existência da lei que organizou ações, protocolos e respostas do poder público — lei essa de Joaquim Roriz Neto.

Pronto. Agora respira.

Ninguém disse que a lei matou o mosquito com a própria mão.

Ninguém afirmou que o Aedes pediu exoneração.

Apenas o óbvio: política pública organizada ajuda a dar resultado.

📉 DENGUE EM BAIXA, HUMOR EM ALTA (DOS CRÍTICOS)

Curiosamente, quanto mais se fala em dado, protocolo e lei, mais aparecem comentários do tipo:

  • “Ah, mas isso é coincidência”
  • “Mas sempre teve dengue”
  • “Mas foi o clima”
  • “Mas foi São Longuinho”

Tudo menos admitir que uma lei pode funcionar.

😵‍💫 SAMAMBAIA E O MISTÉRIO DO VODU POLÍTICO

Nos bastidores, a fofoca corre solta: tem gente que queria mais espaço político, não conseguiu, e agora aposta em tudo — crítica, ironia, corrente mística e até vodu eleitoral.

Spoiler: mosquito não respeita despacho.

⚖️ ANTES QUE ALGUÉM GRITE “PANFLETO!”

Calma. Isso não é campanha, nem defesa apaixonada. É apenas uma constatação inconveniente:

quando existe lei, planejamento e protocolo, algum efeito aparece.

Se é mérito exclusivo? Não.

Se passa pela lei? Sim.

E é exatamente isso que irrita.

🐦 MORAL DO PASSARINHO

A dengue caiu.

A lei existe.

E o hater… segue coçando. 😌

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