O Passarinho Conta as Bombas de Hoje

1. Michelle ainda não decidiu

Nos bastidores, a candidatura de Michelle Bolsonaro ao Senado continua cercada de dúvidas. Apesar das especulações sobre uma possível desistência, a decisão ainda não foi anunciada oficialmente. No PL, a avaliação é de que qualquer definição deve ocorrer apenas mais próximo das convenções partidárias.

2. O PL já trabalha com alternativas

Mesmo mantendo Michelle como principal aposta, lideranças do partido já discutem cenários alternativos. A movimentação é vista como uma estratégia para evitar surpresas e garantir competitividade na disputa pelas duas vagas ao Senado, caso a ex-primeira-dama opte por não concorrer.

3. Sandro Avelar entra oficialmente na disputa

Com a confirmação da candidatura de Sandro Avelar ao Senado pelo União Brasil, o tabuleiro eleitoral do Distrito Federal ganha um novo protagonista. Ex-diretor da Polícia Federal e ex-secretário de Segurança Pública do DF, Avelar chega para fortalecer o projeto do partido e aumentar a competitividade na corrida pelas duas vagas.

4. O Senado ficou ainda mais competitivo

A confirmação de Sandro Avelar e a indefinição sobre Michelle Bolsonaro deixam a disputa pelo Senado ainda mais aberta. Cada movimento dos principais partidos passa a ter peso estratégico e qualquer mudança de candidatura pode provocar uma significativa redistribuição de votos.

5. Bastidores quentes no MDB

O clima esquentou dentro do MDB do Distrito Federal. Uma ala importante do partido defende que Rafael Prudente dispute o Governo do DF, apostando no crescimento político do deputado federal e na força do partido para liderar um projeto próprio ao Palácio do Buriti.

6. Prudente resiste à pressão

Apesar da movimentação interna, Rafael Prudente avalia que este ainda não é o momento para colocar seu nome na disputa pelo Governo do Distrito Federal. O entendimento do parlamentar é de que a construção política precisa ocorrer com cautela e sem precipitações.

7. Impasse deve ir até a convenção

Sem consenso interno, o MDB deve manter essa discussão aberta até as convenções partidárias. Enquanto um grupo defende candidatura própria ao Buriti, outro prefere manter espaço para negociações e alianças.

8. Convenções prometem mudar o jogo

As convenções ainda devem provocar mudanças importantes nas chapas majoritárias. Há expectativa de trocas de candidaturas, novas alianças e decisões de última hora que podem alterar o cenário eleitoral.

9. Cenário de hoje

Se a convenção fosse hoje, a disputa pelo Buriti teria Celina Leão no campo governista, Ricardo Capelli pela esquerda e Leandro Grass do PT também  representando a esquerda. O restante ainda busca viabilidade política.

10. Nada está definido

Nos bastidores, a avaliação é que pelo menos uma candidatura ao Buriti ainda deve mudar antes das convenções. As negociações seguem intensas e o cenário de hoje dificilmente será o mesmo da oficialização das chapas.

11. O tabuleiro mudou

Há poucas semanas, o cenário parecia praticamente definido. Hoje, a indefinição sobre Michelle Bolsonaro, a confirmação de Sandro Avelar ao Senado, a pressão para Rafael Prudente disputar o Buriti e as negociações entre os partidos mostram que a eleição entrou em uma nova fase. O jogo voltou a ficar aberto.

12. União Progressista larga na frente

O União Brasil chega às convenções com o projeto mais consolidado. Celina Leão está confirmada para disputar o Governo do DF e Sandro Avelar será o candidato ao Senado, formando a principal chapa governista.

13. Esquerda busca unidade

Ricardo Capelli se consolida como principal nome da esquerda na disputa pelo Palácio do Buriti. Agora, o foco é ampliar a aliança e definir a composição da chapa para o Senado.

14. MDB segue como fiel da balança

O MDB continua sendo o partido mais cobiçado da eleição. A definição sobre candidatura própria ou aliança deve influenciar diretamente o desenho final da disputa pelo Governo e pelo Senado.

15. Direita ainda se organiza

Enquanto algumas chapas já ganharam forma, partidos da centro-direita seguem negociando alianças e candidaturas. As convenções devem definir os últimos ajustes antes do início oficial da campanha.

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