O Passarinho Conta as Bombas de Uma Delação

1. Aragão pulou fora

Eugênio Aragão deixou a defesa de Paulo Henrique Costa menos de um mês após assumir o caso.
Nos bastidores, a avaliação é de que não havia provas consistentes para sustentar a delação.

2. Sem provas

Interlocutores ligados ao caso afirmam que Paulo Henrique não apresentou prova alguma considerada robusta.
Isso travou o avanço das negociações.

3. Clima ruim na PGR

A saída de Aragão causou surpresa em setores da PGR e da Polícia Federal.
A expectativa era acelerar o acordo de colaboração.

4. Divergência na defesa

O rompimento também envolveu divergências com o advogado Davi Tangerino.
O clima azedou rapidamente.

5. Currículo preservado

Aragão preferiu sair antes de atrelar sua imagem a uma delação sem sustentação.
A decisão foi vista como movimento estratégico.

6. Delação perde força

Sem provas apresentadas até agora, a colaboração perdeu fôlego.
O caso já não empolga como antes.

7. Defesa tenta reorganizar

A equipe jurídica agora corre para reorganizar a estratégia.
O problema é encontrar algo concreto para apresentar.

8. Novos capítulos

PF e PGR ainda mantêm interesse em ouvir Paulo Henrique Costa.
Mas, sem material sólido, o acordo segue indefinido.

Aqui um Defensor das Escolas Cívico-militares que os políticos tem medo de defender

9. Tranquilidade no Buriti

Tempos atrás, essa colunista ouviu de um amigo muito próximo do governador Ibaneis Rocha que ele estava absolutamente tranquilo em relação às investigações.
O tempo parece começar a mostrar o motivo.

10. Senado no radar

A delação de Vocaro não avançou como muitos imaginavam.
Agora, a de Paulo Henrique Costa também enfrenta dificuldades.
Aliados avaliam que isso fortalece Ibaneis Rocha para a disputa ao Senado.

11. Zap Zap

Nos bastidores, comenta-se que a Polícia já possui muitas informações independentemente de delação.
E outro detalhe chama atenção: dizem que Ibaneis Rocha quase não responde WhatsApp.
Quando responde, normalmente é no clássico “👍” ou “OK”.

12. Analisar com calma

Se a delação de Paulo Henrique não andou, muita especulação feita contra deputados distritais e outros personagens políticos pode ter sido jogada ao vento.
Nos bastidores, o clima agora é de cautela.
Tem gente revendo certezas que parecia ter meses atrás.

Pensamento do dia

Na política, a ansiedade costuma condenar antes da prova aparecer.
E quase sempre o tempo cobra a conta de quem fala demais.

https://radiocorredor.com.br/um-passarinho-me-contou/ele-quer-ser-a-voz-do-paranoa-itapoa-e-regiao/

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