As investigações da Operação Circus Máximo apontam que o tesoureiro da campanha de Rodrigo Rollemberg, Ricardo Leal, recebeu propina de R$ 250 mil. As informações são do O Antagonista.

A operação atingiu ex-diretores do BRB (entenda aqui).

Segundo o Ministério Público Federal, em 2015 Leal passou a integrar o Conselho de Administração do BRB e tinha influência para garantir operações financeiras irregulares no banco.

O órgão diz que ele recebeu R$ 100 mil em espécie para saldar dívidas da campanha de 2014.

Em troca da propina, Leal ajudou a liberar R$ 3 milhões de um fundo de pensão dos servidores de Santos para o fundo criado para construir o Trump Hotel na Barra da Tijuca, no Rio, mais tarde nomeado como LSH Lifestyle.

Rollemberg já negou que Ricardo Leal teria sido tesoureiro de sua campanha.

Este post tem 4 comentários

  1. Nogueira

    Tem que privatizar esse banco que não ajuda ninguém ! Só tem problemas.

    1. Ney Jackson Beserra

      Discordo. O RORIZ deixou esse banco no final de 1994 dando lucro e financiando o desenvolvimento de BRASÍLIA. no final do famigerado desgoverno dos PTralhas$$$$$ LADRÕES genuinamente corru PTos$$$$$$ & incomPTentes$$$$$$. O RORIZ ganhou a eleição e em 01/01/1998 tomou posse encontrando o BRB no vermelho até no nome. terminando seus 2 governos consecutivos como o ÚNICO E MELHOR banco comercial e estadual que não fora vendido por motivos de falência. O BRB da lucro .não pode é deixar os LADRÕES no comando !!!

  2. Ronaldo

    Vergonha viu!!!

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Odir Ribeiro

Odir Ribeiro é jornalista, blogueiro e multimídia que desde 2011 cobre os bastidores da política do DF.