O Passarinho Traz os Bastidores Exclusivos do Ano Eleitoral

Um Passarinho Me Contou
1. A largada petista

O PT-DF resolveu colocar o bloco na rua e oficializa nesta terça-feira a dobradinha de Leandro Grass ao Buriti e Érika Kokay ao Senado. O evento promete reunir militância, sindicatos e boa parte da esquerda candanga. Nos bastidores, o clima é de “agora vai”. Já os adversários observam tudo de longe tentando entender até onde o PT consegue crescer no DF sem Lula subir no palanque toda semana.

2. O cálculo de Agnelo

Quem reapareceu com força total no tabuleiro foi Agnelo Queiroz. Internamente, o PT aposta que o ex-governador pode funcionar como puxador de votos para a Câmara Federal. Tem petista dizendo que Agnelo ainda conversa muito bem com a velha guarda da legenda e pode surpreender quem acha que ele saiu do jogo. Política no DF adora reciclar protagonistas.

3. Celina observa em silêncio

Enquanto o PT faz barulho, a governadora Celina Leão acompanha tudo em silêncio absoluto. No meio político, muita gente percebeu que a eleição de 2026 começou oficialmente. A avaliação dentro do Buriti é simples: deixar os adversários se movimentarem agora para entender quem realmente terá tamanho eleitoral quando a campanha esquentar de verdade.

4. A guerra pelo Senado será brutal

Se alguém ainda tinha dúvida, basta olhar os nomes que começam a circular nos bastidores: Michelle Bolsonaro, Ibaneis Rocha, Bia Kicis e agora Érika Kokay. Tem analista dizendo que será uma das disputas mais pesadas da história política do DF. E olha… ainda tem muito nome escondendo o jogo.

5. O GDF na porta de casa

Tem deputado distrital olhando o calendário do governo igual corretor acompanha lançamento de apartamento. O programa “GDF na Sua Porta” virou uma máquina eleitoral de entregas rápidas. A ordem agora é acelerar tudo. O que antes levava quase um ano para sair, querem entregar em 15 dias. E tem distrital correndo nos bastidores para encaixar sua região administrativa no roteiro antes da campanha esquentar de vez.

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6. A farra das obras começou

Segundo informações de bastidores, o pacote é pesado: 50 PECs, mais de 60 parquinhos, oito quadras esportivas, ciclo do Renova DF, mega operação tapa-buraco, roçagem e até 12 novas praças em locais tomados por descarte irregular de lixo. Tem político dizendo que nunca viu tanta ordem de serviço saindo em sequência. Em ano pré-eleitoral, as máquinas literalmente começam a roncar mais alto.

7. A corrida dos padrinhos

Nos corredores da política, o clima virou quase uma disputa de condomínio: “quem consegue mais obra para sua cidade?”. Deputado que é padrinho político de região administrativa já começou a pressionar secretários, administradores e até aliados do Buriti. O medo é simples: ver o adversário cortar fita enquanto sua base fica olhando poeira e tapa-buraco sem asfalto novo.

8. Saúde entrou no modo turbo

A saúde também entrou no pacote emergencial. O governo já autorizou mais de R$ 20 milhões para reforma e compra de equipamentos do centro cirúrgico do Hospital Regional de Samambaia. Além disso, contratos emergenciais já começaram para acelerar serviços nas UBSs. Tem gente no meio político resumindo tudo assim: “quem achava que a máquina não ia entrar em campo, acordou atrasado”.

9. Decepcionados

Tem pré-candidato descobrindo da pior forma como funciona a política real. Antes da janela partidária, é abraço, tapinha nas costas, promessa de estrutura e até cafezinho com sorriso largo. Depois que a ficha de filiação é assinada… silêncio absoluto. Alguns já perceberam que voltaram para a estaca zero mais rápido do que imaginavam. Ossos do ofício.

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10. Normal

Mas os veteranos da política olham para isso tudo com certa tranquilidade. Dizem que essa novela acontece em praticamente todos os partidos. Quem entra no jogo achando que virou prioridade absoluta só porque assinou ficha acaba quebrando a cara. Na política, carinho tem prazo de validade e quase sempre vence logo depois da foto oficial.

11. Elogiou… e bateu logo depois

Quem assistiu a entrevista de Ibaneis Rocha no programa Vozes da Comunidade percebeu um movimento curioso. No mesmo raciocínio em que fez elogios e demonstrou apreço pessoal por José Roberto Arruda, também responsabilizou o ex-governador pelo caos político que Brasília viveu nos anos seguintes. Política é um esporte onde abraço e pancada andam juntos.

12. A sinalização existiu

Nos bastidores, muita gente viu a fala de Ibaneis como uma sinalização clara para o grupo arrudista. Principalmente quando ele afirma que Arruda talvez merecesse encerrar a vida política com um mandato. Em Brasília, político experiente raramente elogia alguém por acaso. Ainda mais em ano que antecede eleição pesada.

13. Mas veio a martelada

Só que logo depois do afago veio a pancada. Ibaneis afirmou que o “estrago” deixado pelo governo Arruda abriu caminho para uma sequência de crises políticas no DF. Citou os governos seguintes e praticamente construiu uma linha do tempo do caos político local. O recado foi daqueles típicos de bastidor: aproxima sem se comprometer totalmente.

14. O jogo da memória seletiva

A entrevista também mostrou algo clássico da política brasiliense: dependendo do momento, adversários históricos viram figuras respeitáveis e antigos aliados viram peso morto. Tem político no DF que hoje fala de antigos rivais com uma saudade que não existia nem quando estavam juntos no mesmo palanque.

15. O tabuleiro começou a mexer

A verdade é que toda vez que nomes como José Roberto Arruda, Ibaneis Rocha, Agnelo Queiroz e Rodrigo Rollemberg voltam ao centro do debate, Brasília para para ouvir. Porque no fundo, no fundo, a eleição de 2026 já começou faz tempo. Só tinha gente fingindo que não.

Pensamento do dia

Na política, quem sorri demais hoje pode estar preparando a rasteira de amanhã. E quem apanha em silêncio às vezes só está esperando a hora certa de voltar para o jogo.

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